Se você entrou nessa página, é porque deseja saber mais sobre mim. Se for mulher, ligue (apesar de que, em momento algum, deixo meu telefone nesta apresentação).

Nasci no final de 1991, próximo de eventos históricos como a queda do Muro de Berlim, derrocada da URSS, consolidação dos EUA como potência única, democratização no Brasil e todas as manobras político-econômicas que fizeram do mundo este lugar de caos. E o que isso tem a ver com a minha vida? Nada, aparentemente, mas eu gosto de introduções de texto rebuscadas.

Nunca brinquei na rua. Nunca empinei pipa. Minhas brincadeiras de infância resumiam-se em “hominhos” (hoje chamados de action figures) que batalhavam entre si durante horas, LEGO, desenhos animados no Band Kids e os jogos de SNES. Só. Acho que este último foi o responsável por me tornar um nerd. Como podia escolher as fitas (eu não consigo falar cartucho até hoje) e ganhava muito poucas, minhas escolhas eram sempre os RPGs, que tinham um prazo de validade maior em relação aos outros estilos. Aliás, como sempre fui criado pelos cantos, sozinho (não estou chorando neste momento, acredite), foram os RPGs do Super Nintendo que formaram meu caráter.

Eu no Dia da Toalha de 2012

Não sei porque decidi fazer jornalismo. Gostar de escrever é um dos motivos, mas durante o curso percebi que essa característica não é essencial. Logo vocês chegam à conclusão de que estou fudido, futuro fracassado com uma faculdade inútil. Deveria ter escolhido História ou Filosofia, mas conviver com idiotas marxistas nunca foi meu forte. Por incrível que pareça, caso tivesse escolhido Direito (como minha mãe desejava), teria me dado bem. A característica de decoreba aliada à facilidade deste curso me apeteceria.

Já tinha participado de um blog, o famigerado e tão agredido Portal Coiote. Aí decidi fazer um blog só meu, para contar sobre aquilo que vivi, que gosto, que penso. Ou não. Não sou o rei da lógica, no entanto meus argumentos são consistentes.

O nome “Faltou Mana” veio dos RPGs. Se faltar mana, ou MP para os indignos, nenhum ataque especial é realizado, possibilitando a morte do player. A morte é a falha. E eu conto falhas aqui. Ser nerd já é uma falha. Mas não vamos discutir isso.

Em dezembro de 2012 terminei a faculdade de Jornalismo. Sim, podem me chamar de jornalista.

Antes que alguém pergunte, vamos aos meus gostos em relação à indústria cultural.

LIVRO: qualquer  um d’As Crônicas de Gelo e Fogo. Antes de ler “A Guerra dos Tronos”, meu livro preferido era O Senhor dos Anéis. Porém a intriga política, as milhares de opções de roteiro e os personagens mais humanos me atraíram mais com o tempo.

FILME: Death Proof. O filme é lento, por vezes chato e, com certeza, mais longo do que deveria ser. Porém ele é cheio de pequenos momentos de loucuras que me fazem idolatrá-lo (como o do vídeo abaixo)

MÚSICA: Bullet in the Head, do Rage Against the Machine (acabei de falar mal dos marxistas e agora isso, puta merda)

JOGO: Chrono Trigger. Dispensa qualquer apresentação.

E para os putos que não sabem pronunciar “Faltou Mana”, quem sabe esse link não ajuda.

Acho que agora vocês já me conhecem um pouco.

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