Um monstro internético: o spoiler (ULTIMATE™ considerações sobre este problema)

Tava aqui pensando sobre os maiores filhos da puta (ou seria filhos-das-putas? Existe plural num xingamento? Se sim, a regra continua valendo para os xingamentos aplicados com justiça?) que existem por aí nas interwebs. Com certeza são os que espalham spoiler por aí. Eles são ao mesmo tempo os que saciam a fome dos hypers (aqueles que fantasiam sobre uma coisa e não consegue pensar em outra coisa) e que fodem com a vida do resto da população intergalática. Pense: nossos pais nunca passaram por essas duas coisas que são comuns hoje em dia, o hype e o spoiler. O canal de TV que eles acompanhavam não iria liberar teasers trailers dos próximos acontecimentos da novela. Ou melhor, não vazavam fotos dos sets de filmagem do próximo clipe do Michael Jackson. O clipe vinha, era anunciado no Fantástico e o máximo de hype que você tinha era esperar o fim do programa. Hoje, com essa maldita internet, temos entrevistas com os colaboradores do Daft Punk ou então trailers de dois minutos dos filmes que podem ser pausados em busca de referências e easter eggs. Só que temos também, por exemplo, os malditos que vazam o roteiro de The Last of Us.

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5 coisas irritantes em jornalistas recém-formados

Todos tem consciência que jornalistas não prestam. É um bando de FDP. E olha que digo isso com propriedade. Mas eles não precisam ser necessariamente irritantes. Não precisam, mas muitos fazem questão de ser. No entanto, uma raça pior do que jornalista é o jornalista recém-formado, ou, como se diz no linguajar interno, o foca. Aliás, acho essa expressão meio besta. Bom… whatever. O jornalista recém-formado foi contratado basicamente para fazer merda. É um estagiário de luxo. Estou usando essas expressões simples para conter a irritação. Este post, como a maioria da série de coisas irritantes, foi elaborado em parceria com minha amiga Giovana Cabral (uma jornalista recém-formada… e irritante). A bola foi levantada pelo amigo Lipets e a Gi conseguiu enumerar tantas coisas no inbox que vai ser difícil colocar tudo aqui. Aliás, desde já prevejo que muitos ex-colegas de sala vão me excluir e xingar (por dentro, afinal eles nunca fariam isso em uma rede social). Como sempre, me defendo que estou aqui pelo LULZ.

 

5) “Você tá trampando na área?” 

Primeiro, não é trampando. É trabalhando. Você é jornalista, aprenda a falar agora. Segundo, essa pergunta é extremamente irritante. Muitas vezes você tá fazendo um trabalho bem legal/lucrativo do que sendo repórter em um veículo de comunicação. É difícil você sair de um emprego para ganhar 1/3 do salário só para “trabalhar na área”. Aliás, comunicação e jornalismo são tão abertos que não dá pra dizer muito bem quando uma pessoa tá trabalhando na área ou não. Terceiro, parem com essa porra. Que pergunta chata, cara. Fala sério: você diz isso só para esculachar com aquele seu desafeto da época da faculdade né? Nesses cargos para jornalistas recém-formados, você ganha um dinheiro que não é suficiente para fazer um trabalho que não é legal e para gastar com coisas que você não precisa. Pense bem.

Comentário da Gi: “Porra, quando muito você vai mudar você mesmo e certeza que vai ser pra pior, porque você vai ser um cara metido quando tiver um empreguinho ou amargurado (se não tiver um)”

 

4) “Falo mal mesmo”

Quando você sai da faculdade, vem sempre aquele pessoalzinho que quer começar o curso ou então que vai entrar para a habilitação e fica perguntando como é blábláblá. Então, eu sempre digo que o curso é uma merda. Não que a minha faculdade em si seja ruim, mas o jornalismo é uma merda. Cêis me entendem? “Jornalismo? Faz isso não amigo. Faz engenharia”. Eu sempre falo isso. Já digo logo de cara: “Ó, tu não vai ganhar dinheiro com isso”. Tem que jogar limpo. Mas aí sempre tem aquele recém-formado que diz “Nossa, é uma faculdade linda. Você sai outra pessoa”. É jornalismo ou é Big Brother, porra? Na moral, eu saí pior do que entrei. Fiquei sabendo de um monte de coisas que, se fosse hoje, eu preferiria continuar na ignorância. E sabe o motivo? Não dá pra mudar nada. Se você entra pensando mais no “Social” do que no “Comunicação”, fodeu cara. Vai na minha.

Comentário da Gi: “E estudantes de jornalismo que ficam putinhos quando você fala mal da faculdade? Eu não posso ver um estudante fudido que já vou logo tocando o pau na opinião dele pra ver se ele dá conta de responder”

 

Vocês sabem: ESTAMOS DE OLHO™
Vocês sabem: ESTAMOS DE OLHO™

 

3) Experiência em aula? Pfff…

Todo mundo avisa isso. Até os professores falam. Mas tem sempre (LIKE A CAUÊ MOURA) um arrombado escroto FDP que acredita que pode levar alguma coisa da sala de aula para a “vida real”. Olha, na moral, eu não quero nem perder tempo com isso.

Comentário da Gi: “Toma no cu né… faculdade não dá ritmo”

 

2) Likeando o trabalho adoidado

As duas primeiras posições referem-se às redes sociais, meu habitat natural. A primeira irritação neste ambiente propício a este sentimento é o cara que compartilha todo o trabalho de assessoria de imprensa que ele faz. Por exemplo, o cara trabalha cuidando do perfil social de um motel e aí coloca lá “Promoção! Almoço executivo: traga sua secretária e ganhe 20% de desconto”. Nada contra quem trabalha fazendo isso. Todo trabalho é digno (ok, nem todo). O problema é que o desgraçado vai lá e compartilha a postagem da página no perfil pessoal… ARGH! Qual o problema de vocês? Mais uma vez eu tô aqui cagando regra de uso de rede social, mas eu só faço isso porque vocês pegam pesado. Trabalho é trabalho, perfil pessoa é pessoal. Olha, caso um barão no chão de que vai aparecer um dizendo que eu compartilho as coisas do meu blog no meu perfil pessoal. Olha, pense… PENSE, MAS NÃO FALE™.

Comentário da Gi: “Aí depois que sai do emprego, nunca mais toca no nome do jornal ou publica (ou compartilha) algo dele”

Aliás, só complementando: SÓ TEM OTÁRIO NA INTERNET

 

 

1) Vem cá, você conhece alguém?

Chegamos! Vamos lá, eu vou ter que fazer isso. Eu poderia encher este tópico de prints dos mais variados, mas eu temo pela minha vida. AMO A MINHA CIDADE™, minha vida, meu dinheiro e odeio ter que botar o terninho e ir lá no juiz. Olha, tem um povo que, se achando na crista da onda web 3.0, tem o péssimo costume de pedir fontes via Facebook. Sabe todas aquelas aulas de técnicas de reportagem? Então, foi tudo pro saco. O negócio é você adicionar 5000 pessoas aos seus amigos e perguntar se alguém conhece um indivíduo que, sei lá, teve sarampo e rubéola aos 7 anos de idade. Seus FDP, vocês não pensam em ligar nas autoridades responsáveis para levantar essas fontes? Muitas vezes são paradas extremamente constrangedoras, mas, como só tem otário na internet, sempre tem um que responde. Aliás, já pensaram que colocando suas pautas no Facebook vocês estão ajudando a destruir os veículos de comunicação que vocês trabalham? Porque diabos eu assistiria ou leria um jornal se eu já sei o que vai ter lá dentro? Deve ter gente que só vê o jornal esperando o like do Facebook.  “Quando é que vai passar aquela matéria do pessoal com sífilis? Quero ver a cara do Fulaninho lá. Vamos ver se ele tem coragem”. Sério, um conselho: PAREM COM ESSA PORRA.

Comentário da Gi: “Tem coisa pior do que o cara que passa 4 anos na faculdade e ainda não sabe como fazer pra ganhar o pão de cada dia?”

O dia em que sacaneamos o email da faculdade

De vez em quando é bom reviver os velhos tempos e sacanear de forma infantil e apelativa as pessoas. Antes a marmota era combinada com todos os colegas para zoarmos alguém em específico. Hoje em dia, a zoeira vem via redes sociais.


Tudo começou quando o puto do Rodrigo Oishi enviou (de uma forma não esclarecida até o momento) emails sobre o LinkedIn. Eu até fiz uma brincadeira no Facebook, associando-o ao Good Guy Greg.


Não ficou muito engraçado

Só sei que os emails do Oishi foram enviados para TODOS OS ALUNOS DA FACULDADE. Porém, o mais interessante é que o spam chegou até mesmo para uma tal de Miriam, que nem sabia o que era Facopp nem nada. Na resposta, ela dizia que não conhecia o Oishi, que já tinha perdido a paciência e que não queria receber mais emails. O azar foi que ela deixou o email pessoal dela à mostra. Claro que o email dela estava no CC, mas a presença dele no corpo da mensagem me deu um estalo na cabeça.

Seu maior erro (clique para ampliar)

E se zoássemos a garota?

Muita gente pode achar que foi trollagem, mas não foi. A garota, até o momento, não respondeu aos emails e provavelmente não responderá. Mas a brincadeira tomou outro rumo que vocês conferem agora.

No último sábado, cheguei em casa cansado, abri a caixa de entrada e, sobre o assunto, havia apenas um email do Bruno Rosal, pedindo para que todos parassem de responder. Achei meio contraditório ele pedir isso em uma resposta e mandei outro email dizendo que ele não estava fazendo o que pedia. Foi uma brincadeira, um chiste. Algo jocoso. Logo puxei o assunto com ele no Facebook e começamos a combinar de ficar um zoando o outro nos emails, respondendo para TODO MUNDO. Fingimos que brigamos seriosamente e marcamos uma briga inclusive. Muita gente deve ter ficado puta, pois enchemos a caixa de entrada de gente que, por exemplo, está escrevendo TCC.

Depois disso, a brincadeira invadiu o Twitter e várias pessoas nos perguntaram se havíamos brigado de verdade. HAHAHAHA. Estávamos rindo da cara de todo mundo.

Serious?

Espero que mais brincadeiras como essa venham, uma vez que necessito de uma dose diária de diversão e idiotice.