E aí eu escrevi um livro: “Anões”

Há muito tempo atrás eu tive a ideia de escrever um livro. Só que nunca fui um cara muito compenetrado e não manjava das putarias de como proceder para escrevê-lo. Só que aí mudei de cidade. “E o que que tem a ver, seu loco?” você deve ter dito. Calma, cara. É o seguinte, quando me mudei para Campo Grande/MS, criei uma meta para mim mesmo: vou terminar esse livro nem que seja a última coisa que eu faça na minha vida. Mentira. Cêis sabem que eu nunca chegaria a tanto. Mas eu decidi continuar a escrever o livro. Eu morava com a minha irmã aqui e decidi que só voltaria a publicar um post no meu querido blog quando eu terminasse o livro. E, porra, faz um ano e meio. Tá certo que eu peguei firme para escrever o livro somente em março (ou foi abril?) deste ano. E só fui terminar uns seis meses depois. Isso porque tive uma férias no meio disso tudo.

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[REVIEW] Random Access Memories

Once you free your mind about a concept of harmony and music being a correct, you can do whatever you want. So nobody told me what to do, and there was no preconception of what to do” (Giorgio Moroder em “Giorgio by Moroder”)

 

Random Acces Memories provavelmente é o conteúdo musical em que mais eu fiquei hypado na minha vida. Na verdade, ele é o primeiro álbum de música que esperei. Primeiro, por causa do The Collaborators, onde os principais caras que participaram do disco contam suas origens, como conheceram o Daft Punk e como foi o trabalho em RAM. Giorgio Moroder, Nile Rodgers, Pharrell Williams, Chilly Gonzales e outras feras juntos com o Daft Punk. Não tem jeito de sair coisa ruim. E não saiu. Em segundo lugar, todo um povo fazendo remix dos trechos de Get Lucky que tocavam nas entrevistas dos colaboradores. Engraçado perceber que, por mais que nós nos esforcemos, nunca alcançaremos o nível de verdadeiros artistas.

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