5 coisas irritantes no Whatsapp

Está de volta a série amada por todos vocês, pessoas estressadas, irritadas e desgostosas com a vida. Você, que fica com vontade de xingar a mãe do outro o dia inteiro, que é um sommelier de impropérios virtuais, que muitas vezes não consegue se segurar e cai na onda de quem está procurando polêmica para se coçar. Eis que surge sua apoteose: a volta do “5 coisas irritantes (adicione a causa do seu ódio aqui)”.

Para quem não conhece, esta é uma série de posts em que eu e amiga Giovana Cabral destilamos o veneno que está guardado no fundo dos nossos caninos. E, para a volta da série, nada melhor do que o aplicativo que está presente em quase todos os momentos do dia, seja para falar bosta, compartilhar memes antigos (que os velhos acham que são novos) ou, a única utilidade prática, mandar nudes: o whatsapp, o aplicativo da família brasileira.

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5 coisas irritantes em fotografias na internet

Confesse: você estava com saudades da série de coisas irritantes, não é? Pois eu não. Escrever isso aqui me deixa com tanto ódio de mim, de você e da humanidade que é difícil enfrentar a realidade depois de escrever tanta raiva em letras arábicas. E o assunto de hoje fala sobre a criatividade humana. Ou a falta dela. Incrível como os animais ganharam o poder de registrar visualmente o que se passa na frente dos seus olhos e fazem isso da pior maneira possível. Você ganha uma câmera com megapixels e megapixels de qualidade, flash, filtros de imagem e mais Lightroom, Photoshop e zilhões de programas de edição. E o que você faz? Caga tudo. Pra falar a verdade, por volta 7 bilhões de animais bípedes desse nosso mundo são capazes de cagar o que centenas de cientistas demoraram anos para fazer. Todo mundo caga. Uns mais outros menos. Deixa eu ir logo para os tópicos antes que eu me estresse antes da hora. Se bem que fiz um pacto comigo mesmo que não vou mais me estressar nestes posts. O objetivo é a diversão.

 

5) Fotos “zueronas”

Como vocês sabem, a zuêra não tem limites. Até o Vegeta sabe que a zuêra não tem limites. Porém, assim como o universo, a zuêra possui lugares ainda não alcançados por nós. Vira e mexe, os animais alcançam estes lugares ainda pouco explorados. Observem a foto abaixo.

 

"Você está defecando pela... pela..."
“Você está defecando pela… pela…”

 

O que leva alguém, com todos os seus neurônios em pleno funcionamento tirar uma foto dessas? A explicação de “apenas pela zuêra LOL” não serve. Essas pessoas não pensam que fotos como essas continuarão para sempre na internet. O que seus filhos vão achar disso no futuro? Será que a sua mãe sabe que você tira fotos assim? Se ela souber com certeza irá reprovar. A escatologia é um negócio que, assim como a zoofilia, o hentai e o furry são coisas que, mesmo em uma escala diminuta, agridem de uma forma muito forte. Espero que a “zuêra” ricocheteie e volte para você com a força de um meteoro de Pégaso.

 

4) Garotas sensuais

Este tópico não me deixa assim tão irritado. Porém é aquela típica situação “chove e não molha”. A garota está sensualizando na foto. Está com o decote generoso. Está mostrando aquela pinta no seio direito. Primeiramente, esta foto chamativa… te chama a atenção. Aí, como um bom stalker, você vai ver as outras fotos. Estão bloqueadas. Só amigos podem ver. Ok, você vai lá, aceita a amizade, vê as fotos mas a garota não fala com ninguém. Vocês podem até me chamar de Gerald Thomas (seria injusto, mas vocês tem essa liberdade), mas argh!, porque existem as malditas fotos que não representam a personalidade das pessoas? A pessoa só é sensual em fotos. Ou então só em alegre em fotos, mas na verdade sofre de depressão. Tô com ódio disso.

 

3) Avatares photoshopados

Mais um tópico que não posso mostrar fotos dos amigos para não responder a processo. Me digam uma coisa: estamos no bate-papo UOL ou no Facebook? Nessa altura do campeonato internético vocês ainda insistem em mostrar outras pessoas nos avatares. Só que a facilidade de alcance a ferramentas como o Photoshop, escovinha e outras maravilhas da vida moderna nos pregam peças. Ontem estavámos eu e a Gi destilando maldades no inbox quando me deparo com uma foto muito bonita no feed do FB. Pensei “Oh meu DEUS, que gata!”. Olho para o lado e me surpreendo com o nome da pessoa. Não acredito e vou ver a foto em tamanho maior. Vi a foto e um estalo veio à minha cabeça “Tenho que relatar isso num post”. Porque vocês fazem isso? (PQ FAS ISO ROMARINO?) Se até a máscara de Link cai em Majora’s Mask, porque a sua não iria cair? Parem com saporra.

 

2) Poses manjadas

Lá vem! Quantas vezes por dia vocês se deparam com fotos de times de futebol? Sim, aquelas em que as pessoas estão lado a lado com os braços nas costas dos outros? Uma dúzia? Mais? Já tirei fotos assim. Muitas. Mas frequentar a faculdade se resume a tirar fotos dessa forma. Ainda assim essa pose não é mais manjada que as amigas fazendo biquinho na foto. Ou então tirando fotos de lado, encoxando a amiga seguinte. Reparo que falta criatividade em vocês. São sempre as mesmas fotos. Só as vestimentas mudam. E aquela pessoa que todo dia tira foto do xícara de café? Ou então do pôr-do-sol via janela do trabalho? Não quero nem entrar no assunto Instagram, gatos, cupcake, Kit Kat e cia. LTDA (lembra que essa expressão era usada antigamente?). Pessoal, pensem um pouco antes de tirar as fotos. Existem tantas opções, mas o arroz e feijão é o mais comido. Eu fico realmente desgraçado da minha cabeça com isso.

 

Peguei isso lá no Flogão, mas poderia ser no seu Facebook
Peguei isso lá no Flogão, mas poderia ser no seu Facebook. Reflita

 

1) 16:9 widescreen from hell

Vou revelar uma coisa importante. Eu me segurei até aqui. Mas agora é impossível. Como é irritante a pessoa que, ao fazer imagens com o celular ou com a câmera, a utilizam na vertical. O pior é quando se faz vídeo dessa forma. Perceba só uma coisa: seus olhos estão um ao lado do outro, não em cima um do outro. Logo, ao ver um vídeo, é muito mais confortável assistí-lo “esticado para os lados”. Entenderam? Fotos e vídeos são na horizontal, não na vertical, seus animais! Aprendam a usar saporra que vocês compraram. Mas é foda. A idiota vai lá e tira uma foto pro perfil na vertical. Até o Facebook tem dificulldades para analisar tamanha façanha. Se chega no Youtube e a principal imagem que temos da explosão em West foi feita na vertical. Vocês reclamam de tarjas pretas nos filmes mas fazem isso, né? Cêis gostam disso, pode falar. E aquele pessoal que coloca filtro do Instagram em screenshot? E aquele pessoal que registra todas as suas fotos em sépia LIKE A OLIVER STONE? Olha, eu tô com um ódio disso, dessa burrice humana no uso de uma câmera que eu vou terminar o post aqui antes de…   

5 coisas irritantes em jornalistas recém-formados

Todos tem consciência que jornalistas não prestam. É um bando de FDP. E olha que digo isso com propriedade. Mas eles não precisam ser necessariamente irritantes. Não precisam, mas muitos fazem questão de ser. No entanto, uma raça pior do que jornalista é o jornalista recém-formado, ou, como se diz no linguajar interno, o foca. Aliás, acho essa expressão meio besta. Bom… whatever. O jornalista recém-formado foi contratado basicamente para fazer merda. É um estagiário de luxo. Estou usando essas expressões simples para conter a irritação. Este post, como a maioria da série de coisas irritantes, foi elaborado em parceria com minha amiga Giovana Cabral (uma jornalista recém-formada… e irritante). A bola foi levantada pelo amigo Lipets e a Gi conseguiu enumerar tantas coisas no inbox que vai ser difícil colocar tudo aqui. Aliás, desde já prevejo que muitos ex-colegas de sala vão me excluir e xingar (por dentro, afinal eles nunca fariam isso em uma rede social). Como sempre, me defendo que estou aqui pelo LULZ.

 

5) “Você tá trampando na área?” 

Primeiro, não é trampando. É trabalhando. Você é jornalista, aprenda a falar agora. Segundo, essa pergunta é extremamente irritante. Muitas vezes você tá fazendo um trabalho bem legal/lucrativo do que sendo repórter em um veículo de comunicação. É difícil você sair de um emprego para ganhar 1/3 do salário só para “trabalhar na área”. Aliás, comunicação e jornalismo são tão abertos que não dá pra dizer muito bem quando uma pessoa tá trabalhando na área ou não. Terceiro, parem com essa porra. Que pergunta chata, cara. Fala sério: você diz isso só para esculachar com aquele seu desafeto da época da faculdade né? Nesses cargos para jornalistas recém-formados, você ganha um dinheiro que não é suficiente para fazer um trabalho que não é legal e para gastar com coisas que você não precisa. Pense bem.

Comentário da Gi: “Porra, quando muito você vai mudar você mesmo e certeza que vai ser pra pior, porque você vai ser um cara metido quando tiver um empreguinho ou amargurado (se não tiver um)”

 

4) “Falo mal mesmo”

Quando você sai da faculdade, vem sempre aquele pessoalzinho que quer começar o curso ou então que vai entrar para a habilitação e fica perguntando como é blábláblá. Então, eu sempre digo que o curso é uma merda. Não que a minha faculdade em si seja ruim, mas o jornalismo é uma merda. Cêis me entendem? “Jornalismo? Faz isso não amigo. Faz engenharia”. Eu sempre falo isso. Já digo logo de cara: “Ó, tu não vai ganhar dinheiro com isso”. Tem que jogar limpo. Mas aí sempre tem aquele recém-formado que diz “Nossa, é uma faculdade linda. Você sai outra pessoa”. É jornalismo ou é Big Brother, porra? Na moral, eu saí pior do que entrei. Fiquei sabendo de um monte de coisas que, se fosse hoje, eu preferiria continuar na ignorância. E sabe o motivo? Não dá pra mudar nada. Se você entra pensando mais no “Social” do que no “Comunicação”, fodeu cara. Vai na minha.

Comentário da Gi: “E estudantes de jornalismo que ficam putinhos quando você fala mal da faculdade? Eu não posso ver um estudante fudido que já vou logo tocando o pau na opinião dele pra ver se ele dá conta de responder”

 

Vocês sabem: ESTAMOS DE OLHO™
Vocês sabem: ESTAMOS DE OLHO™

 

3) Experiência em aula? Pfff…

Todo mundo avisa isso. Até os professores falam. Mas tem sempre (LIKE A CAUÊ MOURA) um arrombado escroto FDP que acredita que pode levar alguma coisa da sala de aula para a “vida real”. Olha, na moral, eu não quero nem perder tempo com isso.

Comentário da Gi: “Toma no cu né… faculdade não dá ritmo”

 

2) Likeando o trabalho adoidado

As duas primeiras posições referem-se às redes sociais, meu habitat natural. A primeira irritação neste ambiente propício a este sentimento é o cara que compartilha todo o trabalho de assessoria de imprensa que ele faz. Por exemplo, o cara trabalha cuidando do perfil social de um motel e aí coloca lá “Promoção! Almoço executivo: traga sua secretária e ganhe 20% de desconto”. Nada contra quem trabalha fazendo isso. Todo trabalho é digno (ok, nem todo). O problema é que o desgraçado vai lá e compartilha a postagem da página no perfil pessoal… ARGH! Qual o problema de vocês? Mais uma vez eu tô aqui cagando regra de uso de rede social, mas eu só faço isso porque vocês pegam pesado. Trabalho é trabalho, perfil pessoa é pessoal. Olha, caso um barão no chão de que vai aparecer um dizendo que eu compartilho as coisas do meu blog no meu perfil pessoal. Olha, pense… PENSE, MAS NÃO FALE™.

Comentário da Gi: “Aí depois que sai do emprego, nunca mais toca no nome do jornal ou publica (ou compartilha) algo dele”

Aliás, só complementando: SÓ TEM OTÁRIO NA INTERNET

 

 

1) Vem cá, você conhece alguém?

Chegamos! Vamos lá, eu vou ter que fazer isso. Eu poderia encher este tópico de prints dos mais variados, mas eu temo pela minha vida. AMO A MINHA CIDADE™, minha vida, meu dinheiro e odeio ter que botar o terninho e ir lá no juiz. Olha, tem um povo que, se achando na crista da onda web 3.0, tem o péssimo costume de pedir fontes via Facebook. Sabe todas aquelas aulas de técnicas de reportagem? Então, foi tudo pro saco. O negócio é você adicionar 5000 pessoas aos seus amigos e perguntar se alguém conhece um indivíduo que, sei lá, teve sarampo e rubéola aos 7 anos de idade. Seus FDP, vocês não pensam em ligar nas autoridades responsáveis para levantar essas fontes? Muitas vezes são paradas extremamente constrangedoras, mas, como só tem otário na internet, sempre tem um que responde. Aliás, já pensaram que colocando suas pautas no Facebook vocês estão ajudando a destruir os veículos de comunicação que vocês trabalham? Porque diabos eu assistiria ou leria um jornal se eu já sei o que vai ter lá dentro? Deve ter gente que só vê o jornal esperando o like do Facebook.  “Quando é que vai passar aquela matéria do pessoal com sífilis? Quero ver a cara do Fulaninho lá. Vamos ver se ele tem coragem”. Sério, um conselho: PAREM COM ESSA PORRA.

Comentário da Gi: “Tem coisa pior do que o cara que passa 4 anos na faculdade e ainda não sabe como fazer pra ganhar o pão de cada dia?”

5 coisas irritantes em filas

Olha só eu e a “JO”vana Cabral de novo para mais uma sessão de irritação neste mísero blog. Dessa vez vamos falar de algo que é irritante por natureza: a fila. Essa invenção irritante brasileira (ao lado da jabuticaba) é tão comum que faz com que as pessoas saiam de casa mais cedo já pensando na fila que vão pegar. Aí elas acabam enfrentando uma outra fila, chamada trânsito. E já que eu falei em jabuticaba, você sabia que essa fruita (quero que morra quem fala assim) demora 20 anos para frutificar? É quase o mesmo tempo acumulado que você passará em filas na sua vida. Já que não tem jeito, pegue um suquinho (de maracujá, não de jabuticaba) e se aventure por esse… Ah! É a minha vez.

 

5) Velhos 

Velhos normalmente são irritantes. Em ocasiões normais eles já enchem o saco de uma forma que você reza para morrer antes de alcançar os 70 anos. Eu tenho certeza que, quando ficar velho, vou ficar chato, ranzinza e implicando com tudo. Tenho consciência disso. Mas os que chegaram a essa idade nessa época não pensam dessa forma. Eles poderiam fazer o favor de ficar na fila especial destinada a eles. Mas não. São vinte pessoas na fila. Dez são velhos. E as filas preferenciais que estão vazias, mas a sua, a do atendimento ANIMAL, está cheia deles?

E quando eles esquecem a senha, perdem a vez e ficam reclamando? Porque diabos eles não entregam a senha direto para alguém responsável (um guardinha ou o próprio caixa) e facilitam as coisas? Olha, ainda bem que no futuro vou resolver tudo pela internet para não precisar passar por isso.

 

Imagina o Ozzy numa fila.  Até ele viraria um "velho desgraçado"
Imagina o Ozzy numa fila. Até ele viraria um “velho desgraçado”

 

4) Puxadores de papo

Se você está numa fila grande, invariavelmente terá alguém querendo puxar papo. Geralmente são mulheres. Se não for mulher, é alguma pessoa com depressão ou com alguma doença incurável. Ou então um velho que esquece a senha. Não adianta um livro na mão ou fones nos ouvidos. Sempre tem alguém com o papo do tempo, do reumatismo ou de qualquer assunto whatever que você não quer saber. Toda vez que estou numa fila entro em estado de ignorância para com a sociedade. Não quero saber dos seus problemas. Caiu um meteoro na sua casa? Acho justo. Me deixem na ignorância. Não quero saber quantos netos você tem, se sua filha vai casar ou se seu filho passou no exame da OAB. Me deixa. 

Quando era um infante, eu até prestava atenção no que a pessoa dizia. Hoje em dia, me recolho a um canto e não respondo. Pode puxar papo comigo, pode até chamar meu nome. Se for conhecido, o papo com o indivíduo é pior ainda. Consegue ficar mais chato que o normal. Por isso, quando vejo alguém que conheço, me viro para o outro lado. Sinto vergonha de estar numa fila com aquelas pessoas.

 

3) Desatenção e celulares

O ser humano em geral é desatento. Basta passar uma bunda ou um par de peitos bem construídos por genes que todos olham. Até as mulheres. Mas, em uma fila, isso é imperdoável. Aquele é o local em que você deve ficar atento a todo e qualquer movimento ou falha na pessoa seguinte e no caixa. É um olho no peixe e outro no gato. Espera-se que você reaja em questão de segundos. Lembre-se disso, soldado. Os desatentos me irritam de uma forma que dá vontade de chegar na voadora no meio das costas.

Uma das causas da desatenção são os celulares. Essa grandissíssima invenção da humanidade nos prende de uma forma que eu me pergunto pra quê ainda existem métodos de lavagem cerebral. Basta dar iPhone com meia dúzia de aplicativos e pimba, uma pessoa foi alienada (não no sentido marxista, esclareço). No entanto, um outro problema são as pessoas que conversam com as outras em voz alta numa fila. Todo mundo já está ali se esfregando, passando a pasta nas costas dos outros, sentindo o fungar no cangote e… tem um FDP falando alto com outra pessoa ao celular. Eu odeio ouvir a conversa dos outros, mas não tem jeito quando a pessoa tá usando um Nextel. Olha, Nextel me irrita. Profundamente.

 

E se for o Hélio de la Peña fazendo aquelas piadas chatas no celular?
E se for o Hélio de la Peña fazendo aquelas piadas chatas no celular?

 

2) Lerdos

Além dos desatentos, uma outra categoria de desgraçados me irrita profundamente: os lerdos. Me diz: como um ser humano dotado de capacidade FELOMENAL de inteligência consegue demorar mais de 5 minutos num caixa eletrônico. Não tem explicação pra isso. Richard Dawkins não explica. Freud não explica. Darwin não explica. DEUS™ não explica. Como seres como esses conseguiram sobreviver até hoje? Aparece lá na tela: saque, extrato, depósito, dar o cu… e o cara ainda fica pensando? Tá tudo lá nos botões, tem setinha, luz piscando e tela de toque. Mas não, 15 minutos do seu almoço são gastos por causa de um infeliz que não sabe usar um computador simples. Simplório, eu diria. E quando a pessoa começa a falar ao celular enquanto usa o caixa eletrônico, atrasando mais ainda a operação? Olha, dá vontade de… GRRR!!!

 

1) Leis sagradas das filas 

Enquanto escrevia este texto, eu tinha consciência que ficaria desgraçado da cabeça quando chegasse neste tópico. Mas não tem jeito, tenho que falar disso. O Brasil. Ah, o Brasil. Quem foi o engravatado que nunca frequentou uma fila que criou a “lei dos 20 minutos de espera”? Ele sabia que nenhum lugar iria respeitar isso. E ai de você reclamar que ficou mais de 20 minutos na fila. O caixa vai dizer que “hoje tá muito cheio, desculpe” e os próprios usuários do serviço dirão “meu filho, acabei de sair de uma fila de uma hora e meia e não tô reclamando”. PROBLEMA É SEU, FILHO DA PUTA. NÃO TENHO CULPA SE VOCÊ GOSTA DE PERDER YOUR FUCKING LIFE EM UMA FILA! Isso tudo só acontece porque os estabelecimentos comerciais desse nosso país (que é “bom pra viver”… O CARALHO! O CARALHO!) tem 30 guichês mas somente 3 caixas trabalhando. E um deles é o preferencial. E o preferencial tá vazio porque os velhos estão na sua fila. Peraí, deixa eu respirar um pouco.

E a bem lembrada pela Giovana “Lei Maria da Senha”? Aquelas senhas com letras e números que tão lá pra te foder. “C211”, “E945”, “P147”, “R2D2”, “C3PO”. Véi, parece nome de plataforma da Petrobras. Chegará o dia em que caracteres especiais serão usados. Será tipo aqueles passwords da época do SNES: “Isso aqui é um 5 ou um S”. Até chegar esse dia eu já terei cometido um suicídio, na moral.

5 coisas irritantes no rock

A ideia desse post era fazer meus colegas passarem vergonha diante do gosto musical que eles possuem. Era pra ser tipo o Globo anunciando um um filme “inédito” e falando: Leandro Freire e grande elenco. Claro que não sou o erudito da parada. Longe disso. Ouço muita coisa ruim. Mas, quando o assunto é rock, procuro só ouvir bandas boas. Não adianta ter uma música ou um álbum bom. Não. A banda tem que ser foda em grande parte de sua carreira.

Aí eu chamei alguns fãs para falarem sobre suas bandas (exceto na quinta posição). Primeiro vem o depoimento deles e, só depois, meu julgamento. Percebam que este é um post extremamente irritante em que minha introdução de irritação não os irritou até agora. Mas só até agora. Coloque sua camisa preta de heavy metal, lembre-se que isso aqui é um post de humor e vamsimbora. TU TU TU TU PÁ !!! (irritei todos os roqueiros com essa referência de axé)

 

5) Qualquer bandinha anos 2000 LIKE A STROKES

Quando os Strokes apareceram para o mundo em 2001 com The Modern Age, um monte de gente falou “Oh, finalmente uma banda pra ressuscitar o rock”. Eu ainda não ouvia rock nessa época, mas hoje temos o poder da internet. Beleza. A história do rock iria pular do Nirvana diretamente para os Strokes. Veio o o primeiro e o segundo disco e tudo se confirmou. O rock renascia das cinzas (ou da carreira de cocaína, depende do ponto de vista) novamente. O terceiro álbum foi uma merda. Mas, mesmo assim, vieram outras bandinhas no melhor estilo “garage band” cheirando a talco, como Franz Ferdinand e Arctic Monkeys. É aquele negócio: o primeiro álbum tem várias músicas fodas, mas o segundo álbum já vira uma merda. Uma ou outra música é boa. Nem vou citar bandas menores como The Cribs (credo!) e The Kooks (OMG! Onde chegamos?). Só uma coisa: não ouçam. Ou ouçam uma música e saque o estilo logo de cara. Essas bandas são tão insignificantes que nem mereciam estar aqui. Elas não merecem nem eu estragar mais uma amizade por causa delas. Mas, se levarmos em conta que suas influências vem da banda seguinte, eu poderia ter previsto a partir do mal cheiro histórico.

 

“We are defenders of any poseur”. Tá explicado

 

4) Beatles (Ingrid Lohmann)

Por que Beatles é importante? Se você perguntar isso para um beatlemaníaco (no meu caso), a resposta seria simples e até meio óbvia: ‘Porque eles são a melhor banda da história!’. Mas se perguntar para uma pessoa que não é fã da banda, você poderá ouvir como resposta: ‘Eu também me pergunto a mesma coisa’. Então vamos às explicações. Os Beatles surgiram em 1960, na cidade de Liverpool, porém só em 1962 é que a banda obteve a formação John, Paul, George e Ringo. De 1960 até 1970, a banda passou por várias fases, que vão das músicas melódicas que falam de amor, até as músicas mais espirituais e cheias de simbolismo. Os Beatles foram os primeiros a gravar um vídeo clipe, a colocarem as letras das canções nos encartes dos álbuns e a não colocarem o nome da banda na capa do album (Rubber Soul). Com Yellow Submarine eles se tornaram a primeira banda a fazer músicas com temas infantis. Foram os primeiros a misturar rock e misticismo (por conta da viagem à Índia), foram também os primeiros a usar distorção de violão (em I Feel Fine), a fazer uma música longa (um exemplo disso é Hey Jude com mais de 7 minutos), e a primeira banda de rock a fazer sucesso mundial. Você pode até não gostar de Beatles, mas não pode negar que eles influenciaram uma geração e, possivelmente, se não fossem eles, muitas bandas, essas aí que você curte, não existiriam.”

Pra começo de conversa, vamos logo definir: Beatles não é rock. Se você disser que Elvis também é rock, por favor, aperte agora Ctrl+W. Você pode considerar Beach Boys como rock. Ou melhor, considere Led Zeppelin como o começo do rock. Pronto, aí temos um marco inicial. Sobre os Beatles, tenho a dizer que suas letras são tão simples que até meu sobrinho de menos de um ano faria uma letra melhor. Olha só: são duas estrofes, um refrão repetitivo e mais duas estrofes. EM QUASE TODAS AS MÚSICAS. A viagem de LSD é tão forte que os caras buscam influência na cultura indiana (LIKE A NIETZSCHE) só para darem essa aura de superioridade. Aliás, Pet Sounds, do Beach Boys, é bem melhor que Yellow Submarine. Hey Jude é chato. Aliás, a maioria das músicas dos Beatles são chatas. Fazer sucesso no mundo não significa nada. Justin Bieber também é sucesso no mundo inteiro. E, só para comprovar mais uma vez que estou certo, as bandas que curto tiveram influências de (mais uma vez) Beach Boys, Led Zeppelin e Black Sabbath. Se suas bandas preferidas tiveram influências dos Beatles, significa que você tem sérios problemas mentais. Um beijo Did, muito obrigado.

 

Tá aí a melhor música dessa banda meia-boca

 

3) Renato Russo (Ricardo Veiga)

Renato Russo. Um aborto elétrico da natureza. O trovador solitário que compunha sem se importar com o mundo lá fora. Nessa época o rock brasileiro ainda estava mais do que nunca na cabeça da juventude transviada, ou não. Juventude, filhos da revolução, burgueses sem religião, o futuro da nação, a geração Coca-Cola. Mas há poesia no rock. Sim, poesia! Ele conseguia falar de amor através da irreverência do punk, no qual se debruçava para mostrar também sua indignação. Afinal, que país é esse? Renato queria ser um vegetal, pois dizia que tem gente que machuca os outros, que não sabe amar, que engana a gente. Falava muito de sua solidão, de suas desilusões, mas contava também grandes e memoráveis histórias que ficarão em nossas cabeças para sempre. Para o Renato, compaixão é fortaleza. Ter bondade é ter coragem. Mas ele também queria confusão: ferros e freios na contramão. Renato podia e queria ser o terror. Na escola, até o professor com ele aprendeu. E quem um dia irá dizer que ele não estava com a razão. Quem dera, ao menos uma vez, explicar o que ninguém consegue entender. Que o que aconteceu ainda está por vir, e o futuro não é mais como era antigamente. E todo mundo sabe que é preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, e que se você parar pra pensar, na verdade não há. Isso Renato Russo cantou e continua encantando até hoje.”

Meu amigo Ricardo fez uma verdadeira ode a Renato Russo. Mas nem isso salva. Renato Russo, assim como todas as outros dessa lista, é deveras chato. Toda vez que eu penso no rock do Renato Russo, vejo o quanto as músicas do Cazuza (comparando aí somente quem morreu) eram boas. Gente, Renato Russo não sabia nem cantar. Mal se entende o que ele fala. Não que seja necessário saber cantar para fazer sucesso no rock, mas um mínimo é necessário. Uma vez entrei numa discussão no Youtube sobre isso e quase fui banido de tanto dislike que levei. Chamar o rock de Renato Russo de punk é pegar pesado também, hein Ricardo?! Não fode. Punk no Brasil é Ratos de Porão, Gangrena Gasosa (ok, exagerei), Supla e por aí vai. Mas o que mais me incomoda em Renato Russo são os desgraçados que pegam suas músicas para ficar cantando em lual ou rodinha. Sempre tem um FDP com violão proferindo os versos “Tem gente que está do mesmo lado que você…” forçando a voz e… argh! Eu tenho ódio de cantor de lual. Logo, tenho ódio de Renato Russo. 

 

“Ela se jogou da janela do quinto andar” COM RAZÃO!

 

2) Iron Maiden (Igor Takahashi)

“Tudo bem, pra certas pessoas o Iron Maiden não é a melhor banda do mundo. Repetitivos? Siiiim. Quase as mesmas melodias? Talvez. Mas claro que não se pode avaliar uma banda apenas por isso. ‘Ahhh porque o Maiden, eles são velhos e por isso eu não ouço’, puff, posers. Tudo bem, vou idolatrar Avenged Seven F*** porque são tatuados e são da moda. Na boa, esse Avenged ainda não me convenceu, e vai abrir show do Maiden. Temos o Eddie, sim o glorioso Eddie que confesso que se não fosse ele o Maiden não seria o mesmo. Mas não só a publicidade fez a banda. Já ouviram a filosofia que tem na canção Dance of Death? E na letra que contém histórias da Segunda Guerra como Aces High? Fúria, desejos, céus e infernos, isso é filosofia, história, não estamos aqui fazendo drama por um mero amor perdido e nem idolatrando ao demo como sempre questionam. Como disse Bruce Dickinson (vocalista) uma vez, ‘Bandas como o Maiden fazem você sair um pouco da péssima realidade em que vivemos’. Huuuum, críticos vão dizer ‘Mas a música tem que representar uma realidade e não ficar fantasiando uma’. Aposto que milhares de playboys ouvem Rage Against The Machine e não sabem sequer o que representam as letras e o movimento. A mesma coisa acontece no heavy metal. Religiosos (sim, sua mãe, tia, avó e aquele amigo que curte Munhoz e Mariano) vão dizer ‘Coisa do demônio, tinhosoooo’ e nem notam o teor e o valor da filosofia que estão lidando. E se disserem que o Maiden é quadrado, teatral e quase sempre tem as mesmas levadas de músicas (abertura, refrão, parte lenta, solos e final) eu digo que sim, pois em cada show nunca tiveram um público abaixo de 25 mil pessoas, a não ser no início, claro. E vendem, hein, como vendem. É, cada um faz sua parte…”

É aquele negócio: não vou nem comentar o que se vende. Roberto Carlos também vende muito. Diante do Trono coloca 2 milhões de pessoas num show. Como o próprio amigo Taka disse, Iron Maiden é uma banda quadrada, teatral, tem a mesma levada nas músicas. A essas péssimas características eu ainda acrescento falsa e chata. Olha, eu estou me repetindo nesse negócio de chata. Mas basta comparar com as outras quatro bandas que formam o “The Big Four”: Metallica, Anthrax, Slayer e Megadeth. Todas essas quatro são ótimas bandas, carismáticas (algumas nem tanto). No entanto, Iron Maiden é a mais down na comparação. E a culpa é justamente de quem fica no vocal. Bruce Dickinson é… como posso pegar leve aqui? O cara é um esculhambador, que só quer saber de ganhar dinheiro em cima da banda. É tipo um Bono Vox com mais drogas e menos África no coração. Paul Di’Anno é infinitamente superior. Tem um monte de gente que tem camiseta do Iron Maiden e nem sabe que porra é essa. Aliás, elas fazem bem em conhecer. E eu dou um conselho: ouçam apenas Two Minutes to Midnight que já tá bom. Aí vocês terão uma boa impressão e vão pensar que estou sendo injusto com meu amigo Taka. Só não passem dessa música, por favor.

 

O japa já explicou bem o que você vai encontrar na música

 

1) Coldplay (Mateus Tarifa)

Na ausência de veracidade do século XXI, buscar por músicos ou bandas que tenham o mínimo de inspiração na verdade é o principal motivo por ser um apreciador da boa música que o Coldplay proporciona. Eles são originais, transformados no espelho do rock moderno, mesmo que alguns não aceitem. As obras, digo, canções, possuem sentido no contexto que são empregadas e esse fato é um divisor de águas nos dias atuais, onde bebidas e carros são nomes de… música? Christmas Lights, Charlie Brown, Yellow, Fix You e tantas outras. Quem não se desliga para ouvir, deveria ao menos dar uma chance, porque nesse caso, o arrependimento não existe, já que na verdade, se arrepender é nunca tentar.”

Chegamos. Um tempo atrás falei das diferenças entre “não gostar” e “odiar”. Pois é. Coldplay eu odeio. E muito. São músicas profundamente tristes, voltados para aqueles que estão em depressão. Felizmente minha vida está muito bem e não preciso ouvir essa porcaria. O único jeito que o nobre amigo Tarifa conseguiu para ressaltar a qualidade de Coldplay foi comparando com o cenário pop brasileiro. Logo se vê que ele perdeu todos os argumentos. Vou dizer que uma vez tentei ouvir Coldplay. Pensei: “vou dar uma chance. Não é possível que seja tão ruim”. Mas aí vi que suas músicas são tão melancólicas quanto as do Radiohead. Só que a melancolia do Radiohead é infinitamente superior. E o Chris Martin? Esse cara me irrita profundamente. Ele é tipo o Bruce Dickinson do século XXI. Ele me irrita no mesmo nível do Bono Vox. Ambos são fuleiros. Coldplay e suas músicas pop deveriam ser extintas da humanidade. Algo tão sujo, popularesco e tosco que dá vergonha. E pra finalizar com muito bom humor, deixo como argumento o ótimo trecho do filme “O Virgem de 40 anos”:

 

5 coisas irritantes em eleições

Voltamos com a série mais irritante da internet. E olha: as eleições irritam. E muito. Tem gente que se mata por causa dessa porra. Pra quem não sabe, eu sou 1° secretário de sessão. Semana que vem vou ter que dar uma passadinha no Fórum e, se pá, vou acabar virando presidente. Então você imagina o quanto eu estou envolvido com isso. Pensando em te trazer muitas lembranças irritantes que agora estão de volta, eu e a Giovana Cabral nos irritamos e pensamos em cinco atitudes/coisas de eleições que… argh!

5 – Carro de som

Você está descansando em casa depois de trabalhar/chegar-da-balada/não-fazer-nada. Aí passa um carro de som com uma música popular fazendo rimas idiotas de algum político desgraçado. Sério, se você vota em algum candidato que faz campanha via carro de som, vá a merda. E quando esses veículos malditos ficam passando o dia inteiro? São trocentos candidatos e, pelo menos, uns 20 carros de som. Toda hora tem um. Sorte que uso headphone o dia inteiro.  Enquanto escrevia este texto, um carro de som passou fazendo uma paródia de “Tchu tcha tcha”. O foda disso tudo é que aprender essas desgraças de paródias é tão fácil quanto respirar. Maldita teoria dos memes.

4 – Horário eleitoral

Primeiro, qualquer coisa que é obrigatória em rádio e TV irrita muito. Inclusive aquele programa do governo (que eu não quero nem citar o nome) que passa de manhã. Por que diabos os políticos desse Brasil precisam de espaços gratuitos para se divulgarem? Eles já não ganham uma grana de salários, sindicatos e corrupção? Eles deviam usar esse dinheiro, pô! Mas não, a cada dois anos vem aquela meia hora de mentiras e falação de bobagens. Pensando bem, qualquer político pode ser blogueiro.E os jingles! Nossa, jingle é uma coisa irritante. E entra no negócio que eu disse no tópico anterior: essas drogas colam na cabeça. Sorte minha que eu quase não assisto TV. Rádio então, pfff. Azar o seu que assiste Jornal Hoje, Encontro, novela das sete e outras drogas.


A verdadeira tela azul da morte



3 – Rua suja de panfletos e santinhos

Essa é clássica. Dia de eleição. Você sai 8 horas da manhã e a rua está branca. Não nevou. Não caiu granizo. São aqueles montes de papel impressos porcamente, sem nenhum planejamento visual e, o que é pior, mostrando caras feias de dar dó. Não, melhor não ter dó de políticos. E se você pensar que sempre há possibilidade de chuva no dia das eleições (para afastar o povo da votação), aquela porra cola tudo no chão, na grama, em alambrados, no seu sapato… só de escrever isso eu me irrito. O que mais fode é que candidatos “ambientalistas” também participam desta marmota e depois pagam de defensores do meio ambiente. Que ódio!

2 – Cabos eleitorais com bandeiras nas esquinas / produtos colecionáveis

Você tá na rua, querendo atravessar uma avenida movimentada e estão lá aqueles pobres coitados balançando bandeiras no sol e no vento. Nada contra quem faz isso, afinal as pessoas precisam ganhar dinheiro. O que me deixa irritado é quem manda fazer isso. Sério, alguém vota em candidatos que colocam bandeiras nas ruas? Bom… E ainda esse povo das bandeiras ficam distribuindo mais santinhos, “colas”, bottoms e, os mais agressives, camisetas e bonés. Nem sei se isso já não é proibido, mas que irrita, irrita. Qualquer coisa que continue lembrando as eleições APÓS as eleições irrita, incluindo aqui muros pintados com os números dos candidatos. Melhor nem falar disso…


Dá vontade pegar esse mastro e enfiar no seu…



1 – “Você já tem candidato?”

Agora a irritação virou colapso mental. Existe coisa mais irritante do que alguém que, no lugar mais constrangedor possível, chega em você e solta um “já tem candidato?”. Olha, isso me dá uma dor na cabeça. Sempre tem um FDP de um assessor pra soltar uma dessa. Esses desgraçados fazem coisas absurdas para conseguirem, no ano seguinte, uma coisa que também me irrita profundamente: cargos de confiança. São esses mesmos assessores que, nos comícios, ficam gritando “muito bem candidato!” ou então “muito bem, vereador!”. São os mesmos que puxam a bateção de palmas. São piores que qualquer candidato corrupto tentando se eleger. Assessores não tem dignidade nem mãe. Ah! Chega de falar desses putos!

5 coisas irritantes no frio

O frio, ou o inverno (apesar de oficialmente ainda não estarmos nele) é o período do ano mais agradável para mim. Afinal, é nesta época que não precisamos usar cooler externo no notebook (ahm?), comemos melhor, nos vestimos melhor (será?) e passamos por situações que fazem nossos pelos se eriçarem, nosso coração bater mais rápido e chegamos até ao ponto de perder a cabeça. Seu tarado, estou falando do frio FDP que bate na nossa porta (ui!). Deixa eu parar de falar besteira e começar a ficar irritado. Brrr!!!

5. Cagar

Sim, não vou escrever defecar porque é uma palavra feia. Cagar é algo irritante. Exceto para a maioria de vocês que levam seus celulares, tablets e palavras-cruzadas para este ato tão desaconchegante, é claro. No frio então, putz. Quero ver quem é o puto que gosta de sentar num objeto gelado que faz sua coluna vertebral tornar-se um daqueles cristais de gelo do Hyoga. Se você não sabe quem é o Hyoga vá a merda e morra com Pó de Diamante. Se você sabe quem é, já deve estar se cagando de frio e medo. Peraí, cagando? Oh, não!

4. Fazer desenhos no vidro embaçado

Pra quem viaja em ônibus regularmente (presente!), sabe o que é dividir míseros metros quadrados com um monte de baderneiros. No frio, muitos ficam quietos, mas a respiração é tão intensa que faz o vidro ficar embaçado, igualzinho a carro de fudido. Aí sempre tem um puto que começa a fazer corações, desenhos, mensagens whatever no vidro embaçado. O problema é que isso é nojento. Já imaginou que aquilo em que você está escrevendo veio daquele pulmão tuberculoso daquele seu colega de banco que está gripado? Afinal, sempre tem alguém gripado em um lugar fechado. Confesso que eu fazia desenhos em vidro até pensar nesta teoria, mas fazer o quê, eu ainda tenho 20 anos.

A vingança dos não-fumantes



3. Soprar fumaça no rosto dos outros

Ninguém gosta de fumantes, isso é fato. Nem outros fumantes gostam de fumantes. O principal problema não é nem o cheiro, mas a fumaça. Então, quando chega o frio, aqueles que não fumam aproveitam o ar quente dos pulmões para soprar fumaça na cara dos outros. É uma forma de vingança. E idiotice também. Mas, pense bem, aqui na região onde moro, os dias frios que nos dão o poder de soltar fumaça são muito poucos. Temos que aproveitar. O que não deixa de ser irritante.

2. Achar que está fazendo frio, mas está só 10°C

Como eu disse no tópico anterior, eu não moro numa região fria. Muito pelo contrário, aqui no #FaroestePaulista faz um calor de… faroeste. Por morar em uma região quente, qualquer chuvinha com vento já faz todos saírem encapotados de casa, apesar dessas blusas serem finas que nem papel. Presunção nossa achar que estar fazendo frio quando, na verdade, está no máximo uns 10°C. Qualquer temperatura na casa dos dígitos positivos não pode ser considerado frio.


I’M A RUSSIAN!



1. Falar “frio é psicológico”

Quem fala que o frio é psicológico provavelmente é um russo maluco (peraí, russo maluco é pleonasmo) que quebra a cobertura de gelo do lago e depois dá um tchibum como se isso fosse a coisa mais normal do mundo. Queria ver Freud de regata e short Adidas no inverno alemão dizer isso. Nem com hipnose o filho da mãe ia conseguir. Aliás, se esta maldita frase fosse verdadeira, psicólogos não passariam frio. Vou te dizer que eu não sou friorento e que era um juvenil ao dizer esta frase há tempos atrás. Da próxima vez que alguém dizer isso pra mim, vou falar assim: “Ah é, seu desgraçado, então pula no rio, pelado, às 3 da manhã e com ventos acima de 30 km/h”. Olha, eu fico muito irritado com isso. Mas deixa eu parar com minha irritação e tomar um chocolate quente. Tchau.

5 coisas que irritam no curso de Comunicação Social

Ah, a Comunicação Social! Curso de quem não sabe o que fazer da vida. Diz aí se alguma situação dessas não aconteceu com você na infância ou adolescência. “Nossa filho, como você desenha bem e tem boas ideias… já pensou em ser publicitário?”. Ou então “Meu sobrinho fala muito, só tira dez em português/ganhou-algum-prêmio-whatever-de-redação… acho que vai ser jornalista”. Ok, nenhum pai deseja que seu filho faça um curso de Comunicação Social, mas já que fez, tem que dar apoio né? Pais são pais.



A foto não é minha. Me processa!



Aí chegando na faculdade, eu, um cara irritado e irritante facilmente irritável por natureza, me deparo com situações que fazem minha cabeça doer ao extremo. Pois bem, depois do sucesso (ou não) do post sobre 5 coisas que irritam em religião, volto com força neste Top Five de merda. E, dessa vez, fui auxiliado pela Giovana Cabral, que deu ideias e inspirações para a produção deste emaranhado de irritações.

5- Leia mais jornais

A palavra jornal pode ser usada para várias coisas. Neste caso, para os jornais impressos mesmo. Já ouvi muito durante o curso: “Você tem que ler jornal, pois só ele traz a profundidade nas notícias diárias”. Uma certa época atrás eu até lia jornais, mas eles se tornam um saco a partir do momento que sua usabilidade é péssima, a leitura fica lenta e seu entendimento de mundo mais lento ainda. Meu amigo, se eu quero me informar profundamente sobre um assunto, eu tenho a internet, que é muito mais rápida que qualquer porra que dependa de garotos em uma bicicleta enferrujada. Para de ficar me empurrando esse papel sujo e anti-ecológico pro meu lado. Rio+20 aí e ainda querendo nos convencer de que jornal é bom? Ah, fica no twitter um pouco tá?!

4- A internet é uma coisa muito nova

Qualquer um se irritam quando infiéis criticam sua religião. Então, só para deixar claro, minha religião é a tecnologia e minha seita é a internet. Aí chega um puto pra falar que qualquer iniciativa na internet não é duradoura ou passível de validade e métrica. Seus malditos, abandonem seus Windows 98. Abandonem o .doc, esse enviado do inferno. Parem de criticar uma tecnologia consolidada, crescente e que está presente há não sei quantos anos aí (procurem na Wikipedia este dado… ah? Você não confia na Wikipedia, então use a Barsa). Não tenham medo de dizer que é na internet que se busca uma informação verdadeira, direto com a fonte, e não com seus jornais impressos e telejornais superficiais.

3- “Faz uma pauta aí. Entrega em 10 minutos.”

Confesso que não sei como funciona o trabalho de um pauteiro/produtor em um veículo de comunicação dos grandes, nível nacional. Mas acredito que eles não fazem uma pauta completa em 10 minutos. Então, por que caralhos nós temos que, no começo da aula, produzir uma pauta com encaminhamento, roteiro e sugestões em um tempo tão reduzido. E, o que é pior, a partir da um texto já pronto? Sério, isso me irrita tanto que deixei de ganhar pontos no final do bimestre por não fazer trabalhos deste tipo.

2 – “Você, como jornalista,…”

Ao menos no meu curso de Jornalismo, o que mais acontece é o José Serra comedor de todos. Mas essa frase também deve ser dita em outros cursos. O que não impede dela estar aqui. Parece que sua vida e seu jeito de tratar as pessoas tem de ser falso, manipulador e precavido contra qualquer coisa que  pode te atingir. “Você, como jornalista, não pode descer o pau em fulano por causa disso, disso e disso”. Ainda bem que não vou ser jornalista, daqueles de fazer reportagem. Martelo de Thor, credo! Não quero ter minha vida transformada em um monte de coisas que não posso fazer ou falar. Afinal, eu, como jornalista, devo prezar pelos costumes, moral e aquelas outras idiotices da vida pós-moderna/mariquinha.


José Serra aprova a comilança



1- “Vamos fazer uma análise semiótica disso…”

Chegamos ao estandarte da irritação em um curso de Comunicação Social. Nada me irrita mais do que isso. Muitas vezes essa frase é dita numa situação de humor, deboche ou ao presenciar algo incompreensível. No entanto, ela mostra como o aluno de Comunicação, esse ser que sou e que me traz ódio e amor ao mesmo tempo (na verdade não traz porra nenhuma, esse é só um enfeite de texto), é desligado de uma disciplina tão importante. Apesar de nunca ter me aprofundado, gosto muito de semiótica e de como é possível passar uma mensagem através de um modo nunca antes imaginado. Aí chegam os putos e, ao verem a pessoa caindo depois de escorregar na banana propagam a frase deste tópico. Tudo bem que você faz Comunicação, mas não exagera na galhofagem e no desrespeito velado. Não fode, pô.