Você percebe que o tempo está passando quando você utiliza expressões como “no tempo do (acrescente qualquer coisa aqui)”. Aliás, se você tem menos de 30 anos e utiliza essa expressão, você é idiota. Só é moralmente aceitável ter saudosismo, nostalgia e lembranças ~gostosas~ de um tempo passado (tem como ter saudade de um tempo futuro? Não sei. Talvez para um viajante no tempo) se você já tem uma idade considerável. Ok. No tempo da faculdade eu e a Giovana criamos a expressão PRINTADA VIOLENTA™. Sim, o tê-eme é necessário. Claro que este nome deriva de “pentada violenta”, mas eu não vou por links da origem disso. E, se você não conhece o que é uma pentada violenta, por favor, retire-se.

De certa forma, o Prt Sc (ou “Ferramenta de Captura”é a melhor das ferramentas para outra atividade saudável: a COBRADA™. Quando um animal profere alguma besteira em redes sociais, o normal (pelo menos para viciados malucos que nem eu) é que se salve o que foi dito. No Twitter, por exemplo, temos a opção de favoritar um tweet. No entanto, caso a pessoa se dê conta do tanto de merda que está falando, pode ser que ela apague o conteúdo. Assim, o único método de prova é a printada. Por mais que se possa construir um tweet num Adobe Photoshop™, essa prática é a mais segura. Antigamente podíamos calar as vozes nas TVs e rádios. Na internet a coisa é diferente.

Esta chave inglesa da zuêra seria bastante útil se os nossos governantes utilizassem o twitter de forma séria. Não, não estou falando de ~intelectuais~ como Emir Sader (que, pra quem não sabe, é suplente. Olha o nível das pessoas que vocês votam), mas sim daqueles que dão as cartas de verdade. Já pensou se pudéssemos chegar no perfil da Dilma e perguntar coisas interessantes e, em caso de desconhecimento, apresentarmos a printada? Nem precisa disso tudo. Já pensou se a Dilma usasse o twitter e conversasse com seus eleitores? Já pensou se ele disse verdades no twitter? Ia ser legal.

 

Fica pro ano que vem
Fica pro ano que vem

 

A parte mais legal de se manter as printadas, além é claro do alerta que emito toda vez que ela é feita, é checar a pasta PRINTADA VIOLENTA™ de vez em quando para lembrar do que já foi dito ou para fins de cobrança. A pasta em que ela está presente poderia muito bem se chamar PRINTS PRO ESCRITÓRIO™, no entanto, para fins de originalidade e como medida anti-kibe, este nome não é utilizado.

 

A metafísica da printada
A metafísica da printada

 

Além das printadas nos monitores da vida, outro tipo de printada foi criado recentemente (ou não). Chama-se PRINTS DA REALIDADE™. Os prints da realidade são uma forma carinhosa de se chamar as fotografias condenativas que fazemos por aí com o único intuito de dar aquela zoada futura.

 

***

 

Vou caçar mais de um milhão de vagalumes por aí / Pra te ver sorrir eu posso colorir o céu de outra cor” (Vagalumes – Pollo)

Este número não parece um pouco exagerado? Mesmo um milhão de vaga-lumes não poderiam colorir o céu por inteiro. Espero que esta obra não seja financiada com dinheiro público. Além disso, esta atitude não é um tanto quanto egoísta. Colorir o céu para uma única pessoa sorrir? E a coletividade? Colorir também não é algo infantil? Deveria um adulto fazer isso? Por fim, e mais importante, por onde anda a Sociedade Protetora dos Animais quando se mais precisa dela? Caçar um milhão de vaga-lumes deveria ser motivo para prisão, mas, pelo jeito, a impunidade reinará mais uma vez.

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