Toda retrospectiva é um tanto quanto idiota (mais ainda se for a do Video-Show). E vou explicar o motivo. O ano não é feito apenas de grandes acontecimentos marcantes que você fala “nossa, é verdade, isso aconteceu, parece que foi ontem (ou então ‘parece que foi há mais tempo’)”. Para mim, que sou um cara detalhista, um cara que para no meio de uma dungeon cheia de monstros para ouvir uma trilha sonora, um cara que pensa em você toda hora… não. PERA. Não vou falar de eventos sazonais como o show do Roberto Carlos na Globo.

Voltando ao assunto, para um grande fato acontecer, é necessário que outros pequenos acontecimentos ocorram. Para que uma revolução aconteça, é necessário que vários setores da sociedade estejam descontentes. Para que um avião caia, erros em sucessão acontecem. Nada é por acaso.

Meu ano, diferente do que sempre planejo, teve vários acasos. Sabe aquele sentimento de “vai dar merda” que bate em vários momentos? Então, tive vários desse. Felizmente, com todo o meu poder de DICHAVAMENTO (nada relacionado ao uso de drogas ilícitas), consegui escapar de todas essas situações. Essas situações tem relação com meu péssimo hábito de confiar cegamente na minha memória. Por exemplo, consegui passar o ano sem usar uma agenda. E isso num ano em que, ao lado de dois colegas, produzi um trabalho de conclusão de curso. Aliás, a principal notícia do ano é que terminei a faculdade. Foram uns 800 dias viajando para Prudente em ônibus. Olha só que merda.

 

SAI CAPETA!
SAI CAPETA!

 

Olhando para o lado dos games (a segunda coisa mais legal da vida), observo que este ano foi aquele em que menos joguei na minha vida. Desde que ganhei meu SNES costumava jogar muito videogame. Mas esse ano foi foda. Não deu pra jogar quase nada. E, pior, não consegui terminar um RPG sequer. Acho que o único RPG que joguei neste ano foi (só um pouquinho) de Skyrim e Dark Souls. E só. A maioria dos jogos em que me aventurei foram aqueles que não exigiam grande dedicação, como aqueles de fases curtas ou então joguinhos tão simples que nem merecem lembrança. E olhando para o meu futuro, vejo que será cada vez mais difícil jogar RPGs. Mesmo assim, vou me esforçar.

Quanto ao blog, o ano foi dos mais legais. O blog já tem mais de um ano (quase um ano e meio) e eu nem sequer comemorei o aniversário dele. Eu também não comemoro meu aniversário, então foda-se. Lembro que no começo do ano fiz um post sobre como foi a virada (ui!) de ano que tive. Foi uma história até legal. Mas, se fosse hoje, eu faria um post totalmente diferente e com mais piadinhas. Naquela época eu nem colocava imagens nos posts. Naquela época eu ainda usava o Blogger. Desde o meio do ano, mais ou menos, passei a usar o WordPress. E estou bem contente. Uma das coisas mais legais é poder criar uma imagem de destaque para o post. Obviamente (eu tinha que usar essa palavra neste post) que ainda não estou contente com o design, mas agora não estou com tanto tempo para mexer em softwares. Estou estudando como se não houvesse amanhã. Muito mais do que na época da faculdade. Na faculdade eu não estudava, apenas assistia (e participava ativamente) das aulas. Era o suficiente. Agora essa mamata acabou.

 

Esta foto tem mais de um ano. Atentem ao fato que eu já estava comemorando lá no fundo.
Esta foto tem mais de um ano. Atentem ao fato que eu já estava comemorando lá no fundo.

 

Também não posso deixar de relatar as coisas boas que aconteceram neste ano. Depois de ficar uma semana sem computador e sem internet, ganhei um PC novo de presente. Foi a aquisição mais importante da minha vida (mentira, foi o meu SNES há mais de 10 anos). O reforço nas amizades que fiz durante o curso também contam. Conheci novos bróders que espero ainda encontrar várias vezes durante a vida. Perdi contato com várias outras pessoas (mas a maioria não vale nada). E na tag “garotas brancas”, finalmente encontrei alguém. Quem diria?

 

Tava dando aquela olhada no twitter e vi um pessoal falando que este ano não foi tão bom. Talvez elas esperassem morrer ou qualquer coisa assim. Eu não tenho do que reclamar. Foi um ano de muitas reviravoltas malucas mas que, como sempre, acabou tudo bem (tá tudo bem agora). Minha vida nunca foi movimentada e faço o máximo para que ela continue assim. Muita gente pensa o contrário, mas meu lugar é na calmaria louca. Falar isso é meio contraditório. EU ESTOU LOUCO, MAMÃE?! Ainda não.

 

 

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