Quando era mais novo, eu sempre pensava em histórias que poderiam se transformar em livros. Aliás, muitas dessas histórias eu já tentei colocar no papel (e, um tempo atrás, no Google Docs) mas nunca consegui dar continuação por vários motivos. Um deles é que me canso de saber o final e não chegar logo nele. Parece idiota e é. Mas eu fico nervoso em não conseguir contar as “partes chatas” da história. Me dá sempre uma vontade de “ir logo para os finalmentes”. Dei o nome para isso de “ejaculação literária”. É por causa disso que eu tô colocando uma ideia aqui para que alguém use. Ou para que alguém leia o post.


O mundo está cercado de coisas diminutas criadas pelo homem. Desde chips passando por… chips, vários produtos pequenos nos rodeiam. E também várias coisas já foram adicionadas ao (seria um prefixo?) nano. Já tivemos nanotubos de carbono, aquele jogo de PS2 muito ruim chamado Nanobreaker e até mesmo o Nanoticias que… ele poderia me contar algum dia porque diabos tem nano no nome.

Nanobreaker: a ideia era boa. Mas só isso

Mas ninguém nunca pensou em nanoprofissionais contratados para invadir mentes e roubar informações que, de outra forma, nunca poderiam ser surrupiadas. Esses profissionais poderiam ir no cérebro das pessoas e, além de fazer isso que disse, instalar nanochips que induzem a pessoa a pensar de certa forma, agir de certo jeito. Isso poderia ser colocado num mundo estilo Syndicate, onde grandes empresas de tecnologia tentam dominar umas as outras. Aí entraria uma equipe de profissionais capazes de fazer isso e que, provavelmente, roubaram essa tecnologia de pesquisadores honestos. Uma pessoa desse grupo decide contar a bagaça toda, vender os próprios amigos por troca de dinheiro (mercenário mesmo). É aí que a merda acontece porque esse traidor tem que ser eliminado antes que consiga contar isso para o cara que teve sua mente roubada.

Pode parecer meio complicado, mas, se você ler o último parágrafo com atenção, perceberá que a história é boa e que vira ser contada de alguma forma. O problema é que eu não tenho nem tempo, saco e criatividade para escrever isso. 

O Chibi-Robo já é pequeno. Mas poderia ser mais ou menos assim nessa história

E, putz, seria legal se, quando os bandidos entrassem na mente das pessoas, poderiam ocorrer panes nos sistemas utilizados que poderiam deixar a pessoa doente. Além disso, disso, seria mais fácil invadir a mente durante o sono, quando o atacado está nos sonhos. Se isso o ataque ocorresse de dia, a pessoa poderia sentir mal-estar e se movimentar muito (o que poderia derrubar as robôs dentro do corpo). E, veja, dentro do corpo das pessoas, o sistema imunológico poderia rejeitar esses corpos, enviando todo tipo de coisas esquisitas, nojentas e repugnantes para afastar os intrusos.

Bom, a ideia tá aí. Se alguém for fazer alguma coisa com isso, só coloca meu nome nos agradecimentos que eu já ficaria contente. E, claro, eu iria querer uma cópia gratuita e assinada.

2 thoughts on “Ideia foda: nanobandidos

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s