Enquanto eu começo este post aqui no Google Docs (vá a merda Word), estou só conjecturando qual vai ser a primeira coisa que vou fazer quando pegar meu notebook novo. Daqui algumas horas vou lá na loja buscar meu novo parceiro do dia-a-dia. Eu passo mais tempo com meu notebook do que com qualquer outra pessoa. Na verdade, eu passo mais tempo com vocês do que com… ah! Vocês entenderam.

Ter um notebook minimamente potente para rodar os principais programas que, provavelmente, vou usar a partir de agora (em especial After Effects, Illustrator e Photoshop) é o mínimo que eu posso fazer. No entanto, nunca vou esquecer desse meu primeiro computador. Já tive outro, mas ele não era meu. Esse aqui tornou-se meu parceiro durante muito tempo.


Este é mais bonito que o atual, mas já tinha chegado
na idade do “ME PROCESSA”


Sempre disseram que HP pouco durava e que dava muito pau. No entanto, quase não tenho do que reclamar do meu parceiro Pavilion dv6000. Foi com ele que experimentei a magia de emular RPGs japoneses que eu nem sonhava que existiam na minha infância. Como eu poderia ter jogado Romancing SaGa I, II e III, Secret of Evermore, Lufia II e outros RPGs que abençoaram o SNES?  

Foi nele que acompanhei a série Lost. Tá certo que comecei meio tarde nela, mas chegava a assistir 4 episódios por dia sem pausas nem para tomar água. Insano.

Foi nele que guardei trocentos podcasts. Por falar em podcasts, foi com este notebook que aprendi a almoçar ouvindo podcasts, desde o Nerdcast 07: Os Brucutus dos anos 80, até hoje em que, daqui a pouco, ouvirei o 99 Vidas 48: 2-Pak Demons Crest e Sunset Riders. Hoje em dia não consigo me imaginar almoçando sem ouvir um podcast. É um ritual. Chega próximo do meu dia, eu vou lá no podcast desejado (parei de usar feed há algum tempo) e baixo o arquivo. Pego o notebook e levo para a mesa da cozinha, onde ele me acompanha nas refeições.



Romancing SaGa 3 quase me fez chorar. Quase.


E quantos filmes assisti nele? Putz, deve ter passado da centena. E olha que nunca fui muito vidrado em filmes.

Apesar do tamanho amor que sinto por ele, sua saúde ficou fraca do final do ano passado pra cá. O primeiro problema foi a quebra do cabo do alimentador. Fiquei cerca de uma semana fazendo gambiarras para que ele funcionasse, mas fui vencido e levei para conserto. Depois, algo muito mais grave aconteceu quando o próprio PC deu pau (se bem que prefiro falar “deu tilt”). Ele já vinha com sérios problemas de bateria, que não carrega mais. Até aí tudo bem, pois estava usando-o como um desktop. Mas aí ele pifou. O Windows deu pau e fiquei 6 dias sem ele. Foram dias de sofrimento.

Aí senti que ele já tava ficando velhinho e não tava suportando o rojão atual. Foi aí que comprei (aliás, minha mãe comprou) este Samsung, meu novo companheiro de vida.



Cadê o bebê? Olha ele aqui!


Espero que ele dure bastante tempo, pelo menos até eu poder comprar um desktop fudido e usá-lo com dois monitores de 22 polegadas. Até lá…
Até lá fico com meu novo Samsung (algumas letras que não consigo lembrar e que não me farão levantar pra olhar na caixa). Não é nenhum computador da Nasa, mas resolve meus problemas com seus 4G de RAM (ainda se usa essa palavra) HD  de 500GB, Core i5, bluetooth, blá, blá, blá. Tirei uma foto dele.

Espero que ele nunca me dê problemas e que me traga muita felicidade. Bill Gates reza.

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