A Mana é tipo uma energia planetária e é usada para tudo. Aí resolveram foder com o mundo (já reparou como um monte de gente quer fazer isso?) quando criaram a Mana Fortress, uma arma overpowered. Os deuses ficaram desgraçados da cabeça e mandaram bestas (melhor que chamar de animais), para destruir a fortaleza. A guerra começou e parecia que Mana desapareceria. Um heroi com a espada de Mana bateu coma fortaleza (não julgue meu inglês de RPG). A civilização foi destruída e a paz retornou. Mas o tempo passa, a história se repete e alguma merda tem que acontecer pra se ter um jogo.




“A gente usou essa tora aqui numa festa de São João,
por isso ela está tão escorregadia”



A abertura do jogo é bem amedrontadora (contrastando com o visual colorido que vem a seguir) com aquele som no estilo Inception (TUUUUMM…. TUUUUMMM…, saca?). Depois vem uma imagem do mapa do jogo em um 3D feito para SNES em 1993. Ou seja, uma droga. Eu me chamo Jon (tô me inspirando em A Guerra dos Tronos) e encontro um tal de Elliot numa ponte estreita de madeira que mais se parece com uma tora derrubada. Há uma cachoeira no fundo. Ele está junto com Timothy discutindo sobre uma luz que tem por ali e que muitos podem considerar um fantasma. Não podemos falar alto porque o Elder (não sei porque o mais “o mais velho da vila” está com letra maiúscula… whatever) pode nos ouvir. Eles querem ir atrás desta luz, quando escorrego da tora (ui!) e caio. Apesar da altura e da baixa profundidade do rio, não me machuco e decido procurar uma saída (“tem que ter uma saída” já diriam as panteras de Deathproof).


Chupem, cavaleiros da Távola Redonda!


Ando pelo bosque e ouço meu nome. Acho mais estranho ainda quando uma forte luz começa a brilhar. Vejo que num pequeno lago formado pelo rio, uma espada descansa fincada numa pedra solitária. Decido conferir o que há. Uma espada poderia me ajudar a cortar o mato que me separa de uma vila próxima. A mesma voz de outrora ordena que eu retire a espada da pedra. Pergunto quem disse aquilo e nenhuma resposta é dada. LIKE A REI ARTHUR decido retirar a Exc… digo, a espada da pedra. Retiro a espada e, após um brilho que me cega, um fantasma surge no lugar onde estava a espada. Me assusto e o ser diz que eu perguntei por ele e, sem delongas, some. Uma forte luz emana da espada (acompanhada de um efeito sonoro que parece de nave espacial pousando) e após tudo voltar ao normal (duvido) decido ir para a vila.



Cantem comigo: “Coelhinho da Páscoa que trazes pra mim.
Um ovo, dois ovos (ui!) três ovos assim!” (2x)



Agora estou com a espada e agora possuo 50 pontos de vida e uma espada que carrega seu poder na base da porcentagem. Quanto mais alta a porcentagem, mais forte é o golpe. Sigo para leste rumo a vila. Encontro um Rabite, um coelho amarelo bonitinho mas ordinário e me pergunto o que ele está fazendo ali. Como sou mau, digo, como quero prosseguir, decido matá-lo. Mas ele não é o único e o caminho para a vila esá repleto destes animais. Um deles, inclusive, guardava um baú maior que ele que tinha um doce dentro. Sei lá pra quê que serve. Sigo agora rumo a sul. Um deles me atinge e tira 4 pontos de vida. Me vingo no próximo e minha espada alcança o nível 1 (bem ocidental esse negócio de começar do zero). Vou para oeste. Atravesso uma ponta e dois deles me encurralam na saída dela de forma cruel e retirando um pouco da minha vida. Eu alcanço o level 2. Fico agora com 59 pontos de vida e encontro mais um doce. Atravesso mais uma ponte rumo a leste e finalmente chego na vila.

Acompanhe no próximo capítulo: as aventuras de Jon na vila!

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