Surgiu lá na BlastCaverna, um grupo no Facebook de todo o pessoal do Nintendo Blast e do PlayStation Blast, uma ideia de Pokémon “com belos gráficos e um mundo aberto”. Cheguei a comentar por lá que essas duas características aliadas a um ambiente online acabariam com a sociedade. Mas acabariam mesmo. Imagina só você podendo jogar Pokémon (que deve ser o jogo mais viciante do mundo depois de Tetris) em um WiiU com os amigos online e partindo para aventuras épicas em um mundo repleto de Pokémons selvagens e raridades relacionadas a tudo isso? Claro que ideias deste tipo já devem ter surgido em milhares de outros blogs. Mas não procurei em nenhum para fazer este post.

Foi aí que eu tive o grande insight de chamar esse crack virtual de Pokémon Universe (sou muito criativo para dar nomes, fala aí!). Universe porque é um mundo gigante e também por causa do U de WiiU. Bom, foda-se o nome, acompanha só as ideias.





É realmente uma pena dizer isso mas…
a imagem acima é meramente ilustrativa



Todas as concepções que eu coloquei aqui vieram de pessoas que contribuíram por lá, como o Vitor Nascimento e o Luiz Fernando de Lira. Imagina só o seguinte: a jornada começa com você em uma região predefinida para ter certos tipos de Pokémon (semelhante ao que já acontece) mas, para conseguir seu primeiro monstrinho você teria que caçá-lo, pondo comidinhas no chão, fazendo barulhos com aquelas cornetas imitando o bicho, etc. Claro que sem armas, só com “armadilhas para aprisionamento”.

Já que toquei no assunto armas, já digo que o jogo não precisa ter sangue, mortes violentas, sexo, etc. Ele não precisa ser badass motherfucker. Pokémon tem gráficos infantis e faz sucesso por ser assim. Então gráficos teriam de ser cartunescos, cel-shading, whatever, tudo para não tirar o clima de jogo infantil.

Voltando. Ao capturar o primeiro monstrinho você poderia se aventurar pelo mundo, capturando outros monstros e enfrentando treinadores, exatamente como é hoje. A diferença seria que, ao explorar uma floresta, por exemplo, só seria possível capturar os pokémons se entrássemos na mata densa e fechada. Nas trilhas e estradas não apareceriam pokémons. Óbvio que várias localidades tradicionais estariam aqui, como desertos, vulcões, cavernas, cidades pequenas e grandes, mata densa, savana, além de mudanças metereológicas, como chuva, vento, tempestade, sol forte e das mudanças de estação (algo que já temos nas versões Black e White).

Como todo jogo gigante online (diga-se, MMO), Pokémon Universe traria MILHÕÕÕÕÕEEESSS (Sr. K mode on) de sidequests. Imagina torneios do tipo: corridas com Ponyta, qual Pokémon é mais bonito, capture o mais forte Pokémon Inseto, descubra o puzzle de um castelo mal-assombrado/abandonado/cheio de pokémons fantasmas, ou então ajudando NPCs naquelas tarefas que aparecem no anime. Junte a isso os ginásios especializados em tipos de Pokémon com a possibilidade de destronar pessoas reais. Ou então, eventos como as Ligas (Indigo, Johto, Laranja, Master Quest) acontecendo a cada mês em lugares diferentes (óbvio). E, sei lá, a cada três ou quatro meses ter o Desafio à Elite dos Quatro. E a possibilidade de formação de clãs para exploração? E a troca de informações nos Pokémons Centers da vida? E o transporte? Você poderia equipar sua Girafarig com a habilidade Ride e calvalgar por aí. Quer chegar nas ilhas? Pague uma fortuna por um barco ou chegue lá com seu Pokémon equipado com Surf ou Fly.



Dá mais uma demão nesses gráficos aqui e tá tudo certo



Agora pensemos na jogabilidade com o U Pad. Só para deixar claro, os combates permaneceriam como foram nas versões Stadium (N64), Colosseum (GC) e XD: Gale of Darkness (GC). Selecionar ataques seria bem mais legal e rápido. Mas pense na exploração. Uma caverna fechada e você poderia ver as pegadas dos monstros direcionando o Pad para o chão. Poderia usar um Analyser da vida para identidicar de quem é. E, na mesma caverna, usar o Pad como uma lanterna. No mar, usar a função Rumble como um sonar para os pokémons. Na mata, usar como se fossem aqueles radares que captam a frequência de cada animal (da “vida real”). Agora imagina se tivesse comandos por voz? E, putz, o pessoal da Game Freaks é muito mais inteligente do que eu para pensar em inúmeras possibilidades.

A única dúvida seria quanto a visão do jogo. Eu particularmente curtiria mais se fosse em primeira pessoa. Mas, para uma exploração bem feita, usar a visão em terceira pessoa é bem melhor. Nas batalhas, as lutas passariam a ser em terceira pessoa, obviamente.

Bom, #fikdik aí Nintendo. O pessoal do Blast poderia ser contratado para a parte artística/roteiro/pitaqueira do negócio. Mas, pelo amor do deus que vocês acreditam aí no Japão: façam um jogo assim.

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