Eu não sou do cara que se deixa influenciar fácil. Esta não é uma autodeclaração de fodelância, mas me considero, além de chato, um ser insuportável quando o assunto é lógica, propaganda, discurso, etc. Exceto na infância, onde caía em qualquer brincadeira de mau gosto (hoje chamado de bullying), sempre fui um cara desconfiado. Um dia vou descobrir o porquê. Resumindo, nunca tentem me aplicar um golpe antigo.

Tá, e o que essa introdução maluca tem a ver com um post sobre música? Ah, sim, uma das minhas principais fontes de cópia e aprendizado foi meu SNES. Ele, com certeza, era meu maior influenciador. Tudo que ele cuspia na TV eu acreditava. No entanto, mesmo tendo jogado Rock N’ Roll Racingdurante algumas horas na infância, nunca me interessei pelo estilo musical que dá nome ao jogo. Eu curtia as músicas dele sem saber que estava diante de grandes clássicos da música mundial.

Blizzard nos oferecendo ótimos jogos desde o SNES

Até uns 14 anos, eu não escutava música, no máximo ouvia. Era tipo aquele cara (branco) do “Homens brancos não sabem enterrar”. E o que rolava em casa? Minha irmã mais velha, que se acha até hoje a cópia da Alcione, curtia axé music (na década de 90, ou seja, É o Tchan), pagode, sertanejo e outros ritmos populares desse Brasil veranil. Minha irmã “do meio”, gostava de Sandy e Junior e algumas músicas internacionais. Eu, naquela época, só aprendia as letras, já que não sou surdo.

Tudo mudou com a música abaixo.



Essa bela canção que mistura ritmos e línguas de dois extremos do mundo (Japão e EUA) é o tema principal de Velozes e Furiosos 3: Desafio em Tóquio. Esse filme meia-boca tinha músicas fodas. Na escola, meu amigo Diego disse que tinha baixado a música. Logo ele me emprestou um CD que tinha música. O compact disc (que nunca devolvi) ainda está aqui em casa. Acho que ouvi essa música umas 500 vezes em looping por umas duas semanas. Acho que só Guerrilla Radio, do Rage Against The Machine, bateu esse recorde.

A música do Teriyaki Boyz não vinha sozinha e perdida no CD. Nele também tinha músicas do Black Light Burns, a primeira banda de rock que curti. Sim, eu comecei por essa bosta. Gosto até hoje das músicas, mas reconheço que são um lixo. Aliás, eu já disse várias vezes que gosto de coisas toscas.

Do Black Light Burns pulei para o Limp Bizkit, o que foi bem fácil. Aí pronto, o rock já estava começando a correr nas veias. Aí veio Red Hot Chili Peppers, Velvet Revolver, Rage…

No entanto, nunca fui um aficionado por rock. As pessoas me consideram um eclético. Não sei se esse termo é o correto, mas o fato é que eu curto de tudo um pouco. Pode ser funk carioca, música paraguaia (comum entre os velhos paraguaios de Epitácio), death metal, música romântica ou dance.



O povo do ônibus que diga sobre meus conhecimentos na área. Sei cantar diversas músicas, lembro letras esquecidas (nem todas, afinal, como disse no primeiro parágrafo, não sou um fodão) e canto, do nada, uma música que faz as pessoas olharem para mim com cara de “CALA A BOCA, PORRA!”.
 

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