Lembro que no começo deste ano fiz um post sobre o possível gadget do ano. E escolhi o Nintendo 3DS. Não que eu tenha escolhido, mas ele se apresentava como “a revolução” no quesito modo de jogar videogame. E, depois de mais de 10 meses e de muitos gadgets de sucesso lançados (ou não) volto com o balanço do que falei no começo do ano.


Teve até polêmica com os controles. Um acessório será
lançado com um segundo analógico. Ele será essencial,
por exemplo, em mais um jogo da série Monster Hunter


Naquela época eu estava entusiasmado com a possibilidade de um portátil exibir imagens 3D sem a necessidade de óculos especiais. Pois bem, o 3DS apresentou isso. No entanto, seu começo capenga, o medo da “cegueira 3D”, o fraco line-up, a crise financeira, a catástrofe no Japão, a discussão sobre o futuro dos consoles portáteis, as notícias sobre prejuízos sofridos pela Nintendo e uma boa dose de neurose, trollagem e especulação fizeram do portátil uma incerteza. Seria ele um novo Virtual Boy, antigo console da Nintendo que também permitia jogos em 3D?
Virtual Boy gerava loucuras



Graças aos bons amigos (piada interna que pouca gente vai pegar), já joguei num Nintendo 3DS. E digo: não temam o console. Ele vai pegar tanto quanto seu antecessor, o Nintendo DS. As vendas já estão melhorando em todos os cantos do planeta. E, o principal, bons jogos chegaram e chegarão. Se Ocarina of Time 3Dé praticamente obrigatório, Super Mario 3D Land leva o uso das imagens em terceira dimensão em um novo patamar. Com ele, é preciso pensar em 3D e alguns cenários só podem ser jogados com a função ligada.


Voltando aos jogos, teremos neste ano mais uma versão arrebatadora de Mario Kart, com muitas inovações. E ainda teremos a continuação de Luigi’s Mansion, a volta deKid Icarus (estes somente no ano que vem) e os RPGs, que tanto fizeram sucesso no console anterior. Entre eles um jogo da série Final Fantasy baseado em música, onde é necessário apertar os botões na hora certa, mais um jogo da ótima série Tales of e o aguardado, pelo menos para mim, Beyond the Labyrinth. Isso sem contar os blockbusters Resident Evil Revelations, que voltará à jogabilidade inicial da série, e Metal Gear Solid 3, remake do clássico de PS2.



Enfim, mesmo num ano em que tivemos IPhone 4S, IPad 2 e a consolidação de aparelhos com plataforma Android, o título de gadget do ano fica com o Nintendo 3DS.

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