Esta é a coluna semanal onde desenvolvo um jogo maluco baseado em fatos reais, imaginários ou em pura loucura. É um processo de criação de jogos. Nesta semana, REBELLION, um jogo em terceira pessoa, estilo GTA, onde seu objetivo é organizar e estourar uma revolta civil contra um governo autoritário.



Fala se a capa não ficou foda, hein?



A ideia veio a partir das notícias que recebemos todos os dias sobre a denominada “Primavera Árabe”, onde os países do Oriente Médio e do norte da África estão se rebelando contra os governos autoritários. Muitos já obtiveram sucesso, como o Egito, mas outros ainda estão na labuta, como a Síria.


PERSONAGEM: Você é Mohamed (melhor nome, impossível), codinome Estrela do Deserto (melhor codinome, impossível). Você veio de uma família rica e rebelou-se contra seu pai, um general do exército. Após fugir de casa, você encontra-se nas ruas da capital de seu país, possuindo apenas as roupas do corpo e um ideal na cabeça: destruir o poder vigente e instaurar um novo comando no país. Você fica sabendo de um pequeno grupo de revoltosos que estão no interior do país e decide ir até eles para organizar a bagaça.


MISSÕES: A primeira missão, então, é chegar até o interior do país, seja no lombo de um camelo ou cavalo, ou no conforto de um carro ou de avião. Tudo depende da sua furtividade em conseguir roubar essas coisas. Depois de convencer o pequeno e desorganizado grupo, vocês começam a fazer missões de recrutamento, emboscadas e, como seus inimigos chamam, “desordem popular”.



JOGABILIDADE: As armas são as usadas em guerras civis, como facas, pedaços de pau, pedras, facas, coquetéis Molotov e, em missões especiais, metralhadoras AK-47. Por ser em terceira pessoa, o jogo possui aquela mira por cima do ombro, perfeita para atingir inimigos à distância.



INIMIGOS: São aqueles soldados do exército, vestidos de verde, que ficam parados em grades esperando por uma facada na garganta. Há também policiais e espiões que tentam fazer uma contra-revolução. Normalmente equipados com armamento pesado ou somente com a lábia, no caso dos espiões.


O FINAL: Termina numa batalha épica, na frente do prédio do governo. Você tem que encontrar o presidente, matá-lo e jogar a cabeça dele no meio da multidão. Com toda a certeza este game viria com uma indicação de +18 (contém sangue a dar com pau, literalmente).


TRILHA SONORA: Várias músicas do Rage Against The Machine com
o Wake Up, Township Rebellion, Take The Power Back, Street Fighting Man (perfeita para um combate urbano na base de pedras e paus), Renegades of Funk, Fuck The Police, Revolver, Calm Like A Bomb, Testify, Bombtrack, Guerrilla Radio, Know Your Enemy, No Shelter, Freedom e, claro, não poderia faltar Bullet In The Head. Outras bandas poderiam entrar, como Velvet Revolver (The Last Fight, Let It Roll e Set Me Free). Nirvana ficaria interessante com In Bloom e Son Of A Gun. Raps também poderiam entrar: Cypress Hill seria uma boa pedida, com How I Could Just Kill a Man, por exemplo.



PLATAFORMAS: Este jogo seria lançado para PC, Xbox 360 e PS3. Ele também poderia ser jogado no multiplayer online com duas opções. Na primeira opção, um grupo é o exército, em menor número, e deve rechaçar o movimento civil, formado por um maior contingente de jogadores. A segunda opção é um co-op entre os jogadores, online ou não, para derrotar o exército.

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