Ronaldinho Campeonato Brasileiro 98 (SNES)

Sim, este jogo tosco e de nome horrível foi meu primeiro jogo zerado. Eu, que não suporto mais games sobre futebol (se for para jogar futebol, jogo na vida real), tenho este jogo de SNES de forma carinhosa no coração.


Adaberto?! WTF!

Para começar, a abertura do jogo é fenomenal, literalmente: Ronaldo “Fenômeno” surge no televisor de 14’’ de polegadas correndo e chutando. Há duas opções de campeonato: o Campeonato Brasileiro e a Copa do Brasil. Ambos os torneios, além de times brasileiros, contém equipes estrangeiras. Sim, acredite. Meu time preferido era o Boca Juniors: com Maradona e Caniggia, o Boca era praticamente imbatível. Gols de meio-de-campo eram fáceis com Maradona.

E o game ainda possuía modos de treinamento que me tornaram um hardcore dos gramados.

Seguem links de grandes momentos deste jogo:

Nova versão do Youtube: Cosmic Panda

O Youtube lançou um novo visual chamado Cosmic Panda. O visual agora possui uma faixa preta por trás do vídeo que está sendo exibido, o que lembra, vejam só, um panda. Uma boa e agradável diferença são as quatro opções de tamanho de tela que estão disponíveis agora.





A nova aba superior contém a barra de pesquisa e duas opções: Música, onde se abre uma nova página, somente com vídeos de música, e Enviar vídeos, o que facilita uploads. Na esquerda, há uma aba lateral em azul chamada Feedback, onde se dá respostas ao vídeo visto.


Ainda na parte de cima, na aba da conta do usuário, surgem quatro opções já bem conhecidas: Favoritos, Assistir mais tarde, Gostei e História. E agora os vídeos sugeridos surgem maiores, mas disponíveis apenas se você clicar na aba, que agora fica do lado dos comentários.



MPZERO Softhouse: REBELLION

Esta é a coluna semanal onde desenvolvo um jogo maluco baseado em fatos reais, imaginários ou em pura loucura. É um processo de criação de jogos. Nesta semana, REBELLION, um jogo em terceira pessoa, estilo GTA, onde seu objetivo é organizar e estourar uma revolta civil contra um governo autoritário.


Fala se a capa não ficou foda, hein?



A ideia veio a partir das notícias que recebemos todos os dias sobre a denominada “Primavera Árabe”, onde os países do Oriente Médio e do norte da África estão se rebelando contra os governos autoritários. Muitos já obtiveram sucesso, como o Egito, mas outros ainda estão na labuta, como a Síria.


PERSONAGEM: Você é Mohamed (melhor nome, impossível), codinome Estrela do Deserto (melhor codinome, impossível). Você veio de uma família rica e rebelou-se contra seu pai, um general do exército. Após fugir de casa, você encontra-se nas ruas da capital de seu país, possuindo apenas as roupas do corpo e um ideal na cabeça: destruir o poder vigente e instaurar um novo comando no país. Você fica sabendo de um pequeno grupo de revoltosos que estão no interior do país e decide ir até eles para organizar a bagaça.


MISSÕES: A primeira missão, então, é chegar até o interior do país, seja no lombo de um camelo ou cavalo, ou no conforto de um carro ou de avião. Tudo depende da sua furtividade em conseguir roubar essas coisas. Depois de convencer o pequeno e desorganizado grupo, vocês começam a fazer missões de recrutamento, emboscadas e, como seus inimigos chamam, “desordem popular”.



JOGABILIDADE: As armas são as usadas em guerras civis, como facas, pedaços de pau, pedras, facas, coquetéis Molotov e, em missões especiais, metralhadoras AK-47. Por ser em terceira pessoa, o jogo possui aquela mira por cima do ombro, perfeita para atingir inimigos à distância.



INIMIGOS: São aqueles soldados do exército, vestidos de verde, que ficam parados em grades esperando por uma facada na garganta. Há também policiais e espiões que tentam fazer uma contra-revolução. Normalmente equipados com armamento pesado ou somente com a lábia, no caso dos espiões.


O FINAL: Termina numa batalha épica, na frente do prédio do governo. Você tem que encontrar o presidente, matá-lo e jogar a cabeça dele no meio da multidão. Com toda a certeza este game viria com uma indicação de +18 (contém sangue a dar com pau, literalmente).


TRILHA SONORA: Várias músicas do Rage Against The Machine com
o Wake Up, Township Rebellion, Take The Power Back, Street Fighting Man (perfeita para um combate urbano na base de pedras e paus), Renegades of Funk, Fuck The Police, Revolver, Calm Like A Bomb, Testify, Bombtrack, Guerrilla Radio, Know Your Enemy, No Shelter, Freedom e, claro, não poderia faltar Bullet In The Head. Outras bandas poderiam entrar, como Velvet Revolver (The Last Fight, Let It Roll e Set Me Free). Nirvana ficaria interessante com In Bloom e Son Of A Gun. Raps também poderiam entrar: Cypress Hill seria uma boa pedida, com How I Could Just Kill a Man, por exemplo.



PLATAFORMAS: Este jogo seria lançado para PC, Xbox 360 e PS3. Ele também poderia ser jogado no multiplayer online com duas opções. Na primeira opção, um grupo é o exército, em menor número, e deve rechaçar o movimento civil, formado por um maior contingente de jogadores. A segunda opção é um co-op entre os jogadores, online ou não, para derrotar o exército.

Este ou aquele?

Como os jogadores, casuais ou hardcores, escolhem sua plataforma de games? Esta não é uma questão simplista e muito menos desimportante. Cada empresa oferece vantagens e desvantagens marcantes e o mercado de games movimenta cada vez mais dinheiro. Dessa forma, pensei: quais são os critérios e características que os gamers observam no momento de escolher seu console?



Seria legal ter todos. Ou não.

Para começar, os soldados desta guerra são os games. São eles os principais atrativos que fazem com que as pessoas comprem determinados consoles. Muitos compraram o primeiro Xbox, por exemplo, pela possibilidade de jogar Halo na Xbox Live. Videogames como SNES e PS2 venderam milhões e milhões de unidades por causa de suas extensas bibliotecas de jogos, que abrangem todos os tipos de games. Apesar da grande quantidade de jogos ruins, o Nintendo DS vendeu muito mais que o PSP por causa da quantidade de jogos disponíveis.

Outro fator atrelado ao do parágrafo anterior diz respeito aos jogos exclusivos. O Xbox 360 tem Halo, Gears of War e Forza. O PS3 tem Killzone, God of War e Gran Turismo. E a Nintendo tem Mario, Zelda, Donkey, Metroid, Kirby… A quantidade de jogos exclusivos também atrai os gamers. Afinal, para quê vou comprar este console se aquele (vamos supor, mais barato) oferece os mesmos jogos e mais alguns exclusivos?


A produção de jogos exclusivos está ligada ao apoio das third-parties e à facilidade de programação. Contratos milionários fechados entre as empresas indicam que as produtoras só devem fazer jogos para determinados consoles. O apoio de third-parties é essencial para a criação de uma extensa biblioteca de jogos. Mas, para produzir, é muito importante que o kit de desenvolvimento permita facilidade na produção. O PS3 quase não recebeu jogos durante uns dois anos porque é muito difícil programar para ele. Diferente do PS1 e do Wii. Fico pensando se a ausência de jogos para o Kinect não se deve à dificuldade de se programar nele.


Há outro aspecto: qual a mídia utilizada pelo console? Isto também define a quantidade de jogos lançados, bem como os preços. O PS1 rodava CDs. O PS2, DVDs. Já o PS3 roda Blu-rays, uma mídia que ainda não está presente em todas as casas. Quantas pessoas você conhece que possuem um Blu-ray player em casa? Mídias ultrapassadas, como os cartuchos de Nintendo 64 também atrapalham as vendas. Mas há o outro lado. Mídias de fácil permite, vejam só, fácil acesso: um rápido caminho para a pirataria. DVDs piratas também atrapalham as vendas.


Por fim, os videogames devem possuir um diferencial em relação aos concorrentes. Neste aspecto, a Nintendo é superiora: foi ela quem trouxe o controle analógico no N64, o controle de movimento no Wii, as duas telas (sendo uma sensível ao toque) no DS e o efeito 3D estereoscópico no 3DS. Estas “pequenas” coisas, ao menos no início do ciclo de vida de um console, podem pesar na decisão de compra. Depois que um amigo seu comprou, você vai querer comprar também. Outro amigo seu vai querer comprar para poder jogar no multiplayer e por aí as vendas prosseguem.