Top 10: Melhores músicas de todos os tempos

Às vezes eu falo para a galera que meu gosto musical é eclético e muita gente não acredita. Obviamente que existem ritmos e estilos que eu gosto mais do que outros. Não gosto muito de samba e pagode, apesar de curtir bastante Raça Negra, SPC e pagode anos 90 no geral. Mas, somando o que tem de bom e ruim, acho que o que tem de ruim se sobressalta sobre o que tem de bom neste caso.

Rap metal e punk são os ritmos que mais me atraem e que possuem mais músicas boas. Grunge completa o pódio. Mas algo que a galera detesta e que eu curto muito é sertanejo universitário. Podem tacar pedras, mas eu curto muito tal estilo de música. Se pá é melhor que grunge. Lembrem-se de que fui criado no Faroeste Paulista e lá, porra, se tu não ouvir sertanejo é bom ir no médico para conferir a quantas anda teus ouvidos.

RATM_bdo
Hey yo, it’s just another bombtrack, yeah! It goes a 1, 2, 3…

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Babe nestes wallpapers e escolha qual ficará na sua área de trabalho

Uma das coisas que mais gosto de fazer é procurar por wallpapers novos para a minha área de trabalho. E cada um depende de uma época. Já teve o período de cenas de filmes, armas futuristas, paisagens futuristas, Japão feudal e, agora, voltei para algo mais básico: natureza. Foi aí que descobri o portfólio de Trey Ratcliff, que faz fotos realmente absurdas. Claro que a maioria dessas fotos só ficam fodas depois de um tremendo trabalho de edição mas, porra, dá uma olhada nos exemplos abaixo. Além da natureza, as lentes do cara também se enquadram nas paisagens humanas. Quem não curte uma megalópole iluminada?

Dá uma olhada nesse portfólio.

Fonte: Trey Ratcliff
Fonte: Trey Ratcliff

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Macacos, bichas e um zoológico de hipocrisia

No jogo de ontem entre Corinthians e Danubio (URU), válido pela 4ª rodada da fase de grupos de competição, mais um fato lamentável envolvendo discriminação racial ocorreu em gramados brasileiros. Elias, do Corinthians, foi chamado de “macaco” pelo jogador González da equipe adversária.

Esta não é uma exclusividade do Brasil ou da América Latina. Muito pelo contrário. Na Europa, a situação está no mesmo nível ou pior. Isso porque acompanhamos os campeonatos europeus. Não se sabe o que mais pode acontecer no “mundo árabe”, nos torneios ascendestes de China e Índia ou mesmo no Japão. E, infelizmente, este caso não será o último a ocorrer e, provavelmente, estamos longe de um fim.

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O mundo dos streamings depois do Rojadirecta

Sim, vivemos na geração que está matando a TV. Ok, ela não morreu e nunca morrerá da forma como se imaginava. Ela morreu do mesmo jeito que deus morreu nas cabeças. Mas o que eu estou fazendo? Estou espantando você que veio aqui ler sobre um site bacana. Digamos que não sou o cara mais recomendado para agradar as pessoas com palavras bonitas e afagos na alma e no coração.

Pois bem, o Rojadirecta é um grande site de streaming que descobri nas minhas andanças por aí. Ele é feio, tosco, seu layout é horrível, mas ele é tão aconchegante que você fica até constrangido de xingá-lo. Sabe aquele bar vagabundo em que a cerveja está sempre trincando? Pois é. O Rojadirecta traz um compêndio de blogs e sites que fazem streaming dos principais eventos esportivos do mundo. Os principais campeonatos europeus de futebol? Tem. E da América do Sul? Tem também. Esportes americanos? Mas é claro. F1, rugby, críquete, golfe e até a bizarra A-League? Porra, eu vou ter que repetir que tá lá também? Já chega né? Pra quem não sabe, a A-League é o campeonato de futebol ~profissional~ mais estranho que existe.

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5 coisas irritantes no Whatsapp

Está de volta a série amada por todos vocês, pessoas estressadas, irritadas e desgostosas com a vida. Você, que fica com vontade de xingar a mãe do outro o dia inteiro, que é um sommelier de impropérios virtuais, que muitas vezes não consegue se segurar e cai na onda de quem está procurando polêmica para se coçar. Eis que surge sua apoteose: a volta do “5 coisas irritantes (adicione a causa do seu ódio aqui)”.

Para quem não conhece, esta é uma série de posts em que eu e amiga Giovana Cabral destilamos o veneno que está guardado no fundo dos nossos caninos. E, para a volta da série, nada melhor do que o aplicativo que está presente em quase todos os momentos do dia, seja para falar bosta, compartilhar memes antigos (que os velhos acham que são novos) ou, a única utilidade prática, mandar nudes: o whatsapp, o aplicativo da família brasileira.

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Considerações sérias sobre vida não-inteligente fora da Terra

Desde que o homem é homem, ele olha para o céu à procura de respostas. Pode ser uma resposta divina, partindo do princípio da polaridade céu-inferno, ou uma resposta astronômica. A astronomia, e aqui me refiro à praticada muito antigamente, nos respondeu várias dúvidas, como a duração de cheias e marés, onde estamos no universo e, um pouco mais para frente, como surgimos, para onde vamos e como morreremos. No entanto, uma das maiores dúvidas que não foram respondidas é, de certa forma, instigante e amedrontadora: estamos sozinhos no universo?

Uma pergunta tão essencial e antiga quanto essa obviamente gera especulações filosóficas e artísticas a dar com pau. Uma das principais explicações filosóficas, e que possui um viés moralístico e “mamãe, desculpa”, é aquela em que devemos cuidar da Terra porque ela é nossa única casa, a naturezzzz… Dá uma olhada no seu quarto. Se ele estiver arrumado você volta para comentar. E a sua pia? Tá limpa? O banheiro não está sujo? Pois é.

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Minha paixão recente por futebol americano

Lembro perfeitamente da primeira vez em que vi a bola oval voando na televisão. Quer dizer, nem tão perfeitamente assim. Minha memória é falha e eu costumo adicionar coisas que não vi às que eu realmente vi, somente para ter um cenário completo. Acho que todo mundo faz isso. Não chega a ser uma mentira, mas entraria na categoria das inverdades.

Era um jogo do Cleveland Browns e o quarterback do time (nem sei se já era o Hoyer naquele jogo; com certeza não era o Johnny Manziel, pois ele estava este tipo de coisas naquela época) estava em uma tentativa de terceira descida para uma porrada de jardas. Se eu não me engano eram 19 jardas. Eu não sabia naquela época mas, em uma jogada dessas, normalmente os caras colocam uns quatro wide receivers, um tight end e, se pudesse, até a mãe para poder receber a bola nessa lonjura toda. É uma jogada que todo mundo sabe como vai ser: arriscada, perigosa e nem tão recompensadora. Inclusive acho que o quarterback realmente lançou a bola para a mãe dele, pois ele foi interceptado. Com o tempo você percebe que, se você tem quarterbacks ruins como Hoyer, Jay Cutler ou Andy Dalton, compensa você tentar uma corrida de umas 10 jardas, sofrer o tackle, ser derrubado, posicionar melhor seu time em campo e mandar o punter descer a botinada pra devolver a posse de bola para o adversário. É o que Bill Belichick mandaria fazer nesta situação, até porque ele não é trôxa. Se bem que ele tem à disposição a dupla Brady-Gronkowski, então é outra história.

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E aí eu escrevi um livro: “Anões”

Há muito tempo atrás eu tive a ideia de escrever um livro. Só que nunca fui um cara muito compenetrado e não manjava das putarias de como proceder para escrevê-lo. Só que aí mudei de cidade. “E o que que tem a ver, seu loco?” você deve ter dito. Calma, cara. É o seguinte, quando me mudei para Campo Grande/MS, criei uma meta para mim mesmo: vou terminar esse livro nem que seja a última coisa que eu faça na minha vida. Mentira. Cêis sabem que eu nunca chegaria a tanto. Mas eu decidi continuar a escrever o livro. Eu morava com a minha irmã aqui e decidi que só voltaria a publicar um post no meu querido blog quando eu terminasse o livro. E, porra, faz um ano e meio. Tá certo que eu peguei firme para escrever o livro somente em março (ou foi abril?) deste ano. E só fui terminar uns seis meses depois. Isso porque tive uma férias no meio disso tudo.

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[REVIEW] Random Access Memories

Once you free your mind about a concept of harmony and music being a correct, you can do whatever you want. So nobody told me what to do, and there was no preconception of what to do” (Giorgio Moroder em “Giorgio by Moroder”)

 

Random Acces Memories provavelmente é o conteúdo musical em que mais eu fiquei hypado na minha vida. Na verdade, ele é o primeiro álbum de música que esperei. Primeiro, por causa do The Collaborators, onde os principais caras que participaram do disco contam suas origens, como conheceram o Daft Punk e como foi o trabalho em RAM. Giorgio Moroder, Nile Rodgers, Pharrell Williams, Chilly Gonzales e outras feras juntos com o Daft Punk. Não tem jeito de sair coisa ruim. E não saiu. Em segundo lugar, todo um povo fazendo remix dos trechos de Get Lucky que tocavam nas entrevistas dos colaboradores. Engraçado perceber que, por mais que nós nos esforcemos, nunca alcançaremos o nível de verdadeiros artistas.

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Um monstro internético: o spoiler (ULTIMATE™ considerações sobre este problema)

Tava aqui pensando sobre os maiores filhos da puta (ou seria filhos-das-putas? Existe plural num xingamento? Se sim, a regra continua valendo para os xingamentos aplicados com justiça?) que existem por aí nas interwebs. Com certeza são os que espalham spoiler por aí. Eles são ao mesmo tempo os que saciam a fome dos hypers (aqueles que fantasiam sobre uma coisa e não consegue pensar em outra coisa) e que fodem com a vida do resto da população intergalática. Pense: nossos pais nunca passaram por essas duas coisas que são comuns hoje em dia, o hype e o spoiler. O canal de TV que eles acompanhavam não iria liberar teasers trailers dos próximos acontecimentos da novela. Ou melhor, não vazavam fotos dos sets de filmagem do próximo clipe do Michael Jackson. O clipe vinha, era anunciado no Fantástico e o máximo de hype que você tinha era esperar o fim do programa. Hoje, com essa maldita internet, temos entrevistas com os colaboradores do Daft Punk ou então trailers de dois minutos dos filmes que podem ser pausados em busca de referências e easter eggs. Só que temos também, por exemplo, os malditos que vazam o roteiro de The Last of Us.

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